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	<title>gaburah.com &#187; Rock &#8216;n&#8217; Roll</title>
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	<description>Só eu mesmo me aturo 24hs por dia...</description>
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		<title>Ready, Freddie!</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 01:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaburah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blá Blá Gol]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Desenhos clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Queen]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem (24/11) completaram-se 18 anos da morte do saudoso e performático Freddie Mercury, líder do Queen. Segue a carinhosa homenagem do Blá Blá Gol à data. Hey Ready, Freddie!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem (24/11) completaram-se 18 anos da morte do saudoso e performático <strong>Freddie Mercury</strong>, líder do Queen.</p>
<p>Segue a carinhosa homenagem do <a href="http://www.blablagol.com.br">Blá Blá Gol</a> à data.</p>
<p><span style="text-decoration: line-through;">Hey</span> <strong><em>Ready, Freddie!</em></strong></p>
<p><object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tgbNymZ7vqY&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/tgbNymZ7vqY&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object></p>
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		<title>Wait No More* &#8211; a semana mais rock n&#8217; roll da minha vida</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 03:05:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaburah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Rock 'n' Roll]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade pública]]></category>
		<category><![CDATA[Citibank Hall]]></category>
		<category><![CDATA[Faith no More]]></category>
		<category><![CDATA[Maquinária Festival 2009]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Second Coming Tour]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sou uma prostituta. Vendi minha alma. Não valho nada. Tanta revolta tem uma razão: acabei me vendendo à ideia de assistir o show do Faith No More no Rio de Janeiro dentro da área vip. Eu sei, eu sei. Demagogo, hipócrita, pulha, vendido, etc, etc, etc&#8230; Vocês tem razão. Mas precisam entender meus argumentos: era um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">Eu sou uma prostituta.</div>
<p>Vendi minha alma.</p>
<p>Não valho nada.</p>
<p>Tanta revolta tem uma razão: <strong>acabei me vendendo à ideia de assistir o show do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Faith_No_More" target="_blank">Faith No More</a> no Rio de Janeiro dentro da área <em>vip</em></strong>. Eu sei, eu sei. <em>Demagogo, hipócrita, pulha, vendido</em>, etc, etc, etc&#8230; Vocês tem razão. Mas precisam entender meus argumentos: era um show aguardado demais, pesquisado demais. Um retorno acompanhado demais, como o de velhos amigos que não se veem há muito tempo. Era muita expectativa pra que eu pudesse acabar me frustrando por não enxergar nada direito a não sei quantos metros e cabeças de distância do palco.</p>
<p>Convenci? Acho que não&#8230; mas não me julguem, por favor. Leiam meu relato e me absolvam. Ou não.</p>
<div id="attachment_235" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-235" title="Faith No More" src="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2009/11/Faith+No+More+FNM.jpg" alt="O FNM (esq/dir): Hudson, Bordin, Bottum, Patton e Gould - faltaram os cabelos brancos" width="500" height="381" /><p class="wp-caption-text">O FNM (esq/dir): Hudson, Bordin, Bottum, Patton e Gould - faltaram os cabelos brancos</p></div>
<p><strong>Faith No More no Rio de Janeiro &#8211; Citibank Hall &#8211; 05/11/2009</strong></p>
<p>Usei a frase &#8220;<em>um retorno acompanhado demais, como o de velhos amigos que não se veem há muito tempo</em>&#8221; e fui feliz, porque o sentimento que permeou toda a apresentação do grupo foi exatamente esse. Ambos os lados estavam matando descaradamente a saudade. O público porque, como muito bem dito pelo empolgado baterista do honesto grupo <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Moptop" target="_blank">Moptop</a></strong> (que abriu a apresentação do FNM no Rio), estava lá pra ver de novo uma banda que todo mundo ali cresceu ouvindo. Nessa hora involuntariamente retornei a 1990, ano em que descobri <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_AMS3XNK9CU" target="_blank"><em><strong>Epic</strong></em></a> e aqueles caras engraçados que fizeram um <em>clip</em> com um peixe fora d&#8217;água, com um vocalista que cantava com luvas de boxe que mais pareciam chapéus de cozinheiro. Não vou nem falar da <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ymu7PxhXL0k" target="_blank">histórica apresentação no Rock in Rio II</a>, onde o Brasil inteiro descobriu e passou a amar o FNM.</p>
<p>Essa catarse durou uma fração de segundos, mas trouxe muita coisa de volta. Inclusive a lembrança de que gostava demais do <em><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Real_Thing_(Faith_No_More)" target="_blank">The Real Thing</a></strong></em>, que eu ouvia todo o santo dia quase até furar o vinil. Foi o álbum mais vendido da banda até hoje (apesar de não ser o melhor deles &#8211; esse é <strong><span style="text-decoration: underline;">fácil</span></strong> o <strong><em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/King_for_a_Day..._Fool_for_a_Lifetime" target="_blank">King for a day, fool for a lifetime</a></em></strong>).</p>
<p>E voltando à vaca fria, porque a banda? Bem, a banda porque assumidamente ama o Brasil, país que fez o Faith No More ser o Faith No More. Mike Patton disse (e diz) em diversas entrevistas que a história da banda teria sido bem diferente se não houvesse o Brasil. Esse amor fica evidente desde o esforço do polivalente vocalista em falar o português (que arranha muito bem) até a composição de uma bossa-nova do jeito <em>FaithNoMoreano</em> de ser, passando por inclusões de frases em português em diversas músicas e a paixão pelo grupo <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Mutantes" target="_blank">Os Mutantes</a></strong>. Além disso, sabem que um de seus públicos mais fiéis e saudosos permanece na ativa por aqui, e que sempre foram recebidos com audiências selvagens em todas as inúmeras apresentações na <em>terra brazilis</em>.</p>
<p>A noite era de extrema expectativa como se pode imaginar, e essa &#8220;tensão&#8221; dava pra ser sentida no ar sofregamente respirado pelos presentes, uma galera que variava dos 15 aos 50 anos e estava igualmente afiada nas letras das músicas.</p>
<p>E a banda entrou no palco relaxada, à vontade como não visto até então em nenhuma outra apresentação da turnê <strong><em>Second Coming</em></strong> (ou <strong><em>Reunion -</em></strong> há quem chame das duas formas). Tanto é que nem abriram o show com o <em>neo-hit</em> <strong><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=S_mvIQPcdbc" target="_blank">Reunited</a></em></strong> (cover da dupla setentista <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peaches_&amp;_Herb" target="_blank">Peaches&amp;Herb</a></strong>). Não precisava. Não há cerimônia entre velhos amigos. Há sim que se abraçarem e sentarem pra uma boa e longa conversa. E foi o que aconteceu. Mais de duas horas de papo. Patton gritando e a galera respondendo, Patton contando histórias, Patton extremamente preocupado com o perfeito funcionamento das coisas (até um puxão de orelha leve num ansioso Mike Bordin &#8211; monstro soberano na bateria), Patton dando esporro no técnico de som; Roddy Bottum &#8211; performático como sempre, um tecladista que foge do convencional &#8211; lançando olhares reprovadores para todos os lados quando alguém errava.</p>
<p>E erravam? Sim, meus caros. O mais legal de ficar na fila do gargarejo é ver que todo mundo ali é humano, que todo mundo erra e torce pra que ninguém tenha percebido, que um sacaneia o outro (nesse caso, <strong>cobra</strong> do outro) quando alguém erra. Os únicos dois que passaram incólumes pelas mais de duas horas de apresentação foram o tecladista e o baixista Billy Gould, com seus potentes <em>grooves</em> cheios de <em>slaps </em>- ambos com domínio total dos arranjos e de seus respectivos instrumentos.</p>
<p>Patton mais de uma vez declarou seu amor ao Rio de Janeiro e ao Brasil, acompanhado de acenos de cabeça, toques no coração, agradecimentos e reverências de Bordin lá atrás. E tanto foi tudo assim, num clima de amizade tão fraterna, que lá no segundo bis a banda retornou ao palco sob o uníssono coro de <em><strong>FALLING TO PIECES! FALLING TO PIECES!</strong></em>, música que (segundo as más línguas) <a href="http://www.youtube.com/watch?v=K--zdBQyWNc" target="_blank">o FNM jurou nunca mais tocar em shows</a>, sabe-se lá o porquê. Um resignado e sorridente Mike Patton soltou: &#8220;<em><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=idW5N9mUExA" target="_blank">Somente porque estamos no Rio, hein&#8230;</a></strong></em>&#8221; ao que a galera delirou. Patton levantou as mãos como quem se eximia do fato de não lembrar mais a letra (que compôs) e não teve o menor pudor de pedir ajuda a quem sabia, no caso Bordin. Gould e Bottum riam de se acabar, radiantes. Na guitarra, para tristeza dos mais ortodoxos (na maioria aqueles que permaneceram agarrados à fase <em>The Real Thing</em> da banda) não estava o mala Jim Martin, mas sim o discreto e talentoso Jon Hudson &#8211; guitarrista que contribuiu com sua pegada mais <em>jazzística</em> (salvo engano) do <strong><em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Album_of_the_Year_(Faith_No_More_album)" target="_blank">Album of the year</a></em></strong> em diante. Mesmo assim, na hora de rasgar os <em>riffs</em> de <em>Epic</em> e cia, Hudson estava lá. Discreto porém presente, a guitarra nas alturas. Escolha acertadíssima.</p>
<p>Mas quer saber? Melhor do que explicar é mostrar:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="295" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/idW5N9mUExA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/v/idW5N9mUExA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><span style="color: #000000;">E terminou tudo, entrando novamente a saudade em cena tão logo as luzes se acenderam. Mas desta vez, com a sensação de dever mais do que cumprido dos dois lados.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Faltou o <em>set list</em>! Mas quer saber? Eu também mostro:</span></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_236" class="wp-caption aligncenter" style="width: 413px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-236   " title="Faltou Falling to Pieces, que obviamente não estava no roteiro. Mark Bowen não rolou." src="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2009/11/Imagem0044.jpg" alt="A set list ganha no tapa e todas as suas marcas de guerra." width="403" height="538" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">A set list ganha no tapa e todas as suas marcas de guerra.</dd>
</dl>
</div>
<p>A lamentar, somente a ausência dos petardos <strong><em>Digging the grave</em></strong>; <strong><em>Cuckoo for caca</em></strong>; <strong><em>Star A.D.</em></strong>; <strong><em>Collision</em></strong>; <strong><em>RV</em></strong>; <em><strong>Mark Bowen</strong></em>; <strong><em>The Real Thing</em></strong>; <em><strong>Mouth to mouth</strong></em>; <strong><em>Take this bottle</em></strong> e <strong><em>What a day</em></strong>. Mas quer saber? Seria necessário outro show só pra tocar as músicas que eu queria ouvir. Meus presentes ficaram por conta de <em><strong>King for a day</strong></em> (musicaço, mais do que esperada) e da surpresa absoluta <strong><em>Just a man</em></strong>, que me deixou inerte inclusive pelas peripécias de Patton, montado nas costas de um segurança levando o microfone de boca em boca na fila do gargarejo. <strong>Eu cantei uma música com o Faith No More</strong>. Chupa essa manga! RÁ!</p>
<p>*****</p>
<p>Eu disse acabou? Hahahahaha, <strong>NÃO PRA MIM!</strong></p>
<p><strong>*****</strong></p>
<p><strong>Maquinária Festival 2009 &#8211; São Paulo &#8211; 07/11/2009</strong></p>
<p>Rapaz, desde o show do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/INXS" target="_blank">INXS</a> (outra banda que em certa época tentou infrutiferamente recrutar Mike Patton para os vocais) em 2002 (o último por aqui, já sem o Michael Hutchence) eu tinha a vontade absurda de bancar o <em>groupie</em> e seguir a banda de uma apresentação para a outra. Por sorte, uma sucessão de eventos fortunamente infortunos me empurrou para realizar essa vontade.</p>
<p>E lá estava eu no sabadão sob o sol escaldante da cidade de São Paulo. Um dia que contou com bandas bem pesadas, a saber:</p>
<p><img class="alignnone" title="Derek urrando" src="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2009/11/IMG_0827.JPG" alt="O Sepultura fazendo o que sabe fazer melhor" width="717" height="403" /></p>
<ul>
<li><strong>Nação Zumbi</strong> &#8211; quem já viu um show deles sabe. Manguebeat pesado e contagiante. Bom show prejudicado pelo horário e pelo calor infernal;</li>
<li><strong>Sepultura</strong> &#8211; cara, não sou ouvinte do Sepultura. Barulho demais pros meus ouvidos. No entanto, tenho que confessar que ao vivo os caras são extremamente competentes no que fazem de melhor: barulho e poeira (pelas rodinhas que rapidamente se formam). Quem quiser se aventurar um dia e assistir, não vai se arrepender;</li>
<li><strong>Deftones</strong> &#8211; eu falei que o Sepultura faz barulho? Putz, ainda não tinha visto nada até o show do Deftones. Cara&#8230; que gritaria. Tanta gritaria que ficou até monótono, pois parecia que estavam sempre na mesma música. Quem conhecia disse que o show foi memorável. Eu não conhecia e agradeci pela oportunidade de me afastar um pouco pra sentar na sombra;</li>
<li><strong>Jane&#8217;s Addiction</strong> &#8211; esse merece um parágrafo só pra ele.</li>
</ul>
<p>Sacaneei muito antes do show do Jane&#8217;s Addiction. Que ia ser rápido, que era show sem apelo, que era show exclusivo pra quem estava na área vip (e se isso me redime de alguma forma, não estava na vip desta vez)&#8230; enfim, não levava a menor fé, assim como 70% do público presente. <strong>Mifú bonito</strong>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/FD4WW2C3rk0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/FD4WW2C3rk0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Só tenho uma palavra para o show do JA: consagrador. Aliás, tenho duas: <strong>consagrador</strong> e <strong>apoteótico</strong>. Um show daqueles que com certeza fez grande parte dos presentes correr pra internet atrás de músicas da banda. Produção impecável, com direito à <em>performances</em> de bailarinas, imagens no telão e alta interatividade com o público. Perry Farrel pode ser um cara esquisitão &#8211; e seu figurino totalmente Ney Matogrosso não deixou dúvidas sobre isso &#8211; mas é um <em>frontman</em> de mão cheia. O cara domou o público com suas reboladas, matando uma garrafa de vinho entre uma música e outra, com dois belos escorregões no palco &#8211; os quais tirou de letra arrancando aplausos, e conversando direta e confortavelmente com seus novos fãs, fazendo-se entender mesmo sem falar palavra sequer em português. &#8220;<em>Yes, everybody suffers. Take a look at Dave Navarro. Perfect stomach, perfect arms, perfect chest. But Dave Navarro suffers for love</em>&#8220;. E a platéia vinha abaixo. Farrel fez o público lamentar o fim do show do Jane&#8217;s Addiction, e na minha modesta opinião, fez com sua banda o grande show do dia. Vendeu seu <strong><em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lollapalooza" target="_blank">Loolapalooza</a></em></strong> direitinho. O Faith No More que não me ouça. O único senão ficou por conta exatamente da outra estrela da banda: o guitarrista Dave Navarro. Burocrático de dar raiva, Navarro parecia tocar por obrigação e poucas vezes recebia refletores mesmo durante seus solos de guitarra. Deixou a impressão de ser uma mala e realmente estar sofrendo por causa de alguma coisa. Talvez as calças de couro debaixo de um sol de mais de 30ºC.</p>
<ul>
<li><strong>Faith No More</strong> &#8211; a grande atração da noite, de longe o mais aguardado. Público nervoso, ainda mais quando no exato momento em que a banda pisava no palco cai uma chuva torrencial, fazendo a equipe técnica correr desesperadamente para cobrir tudo, atrasando o então iminente início do show. Meia hora depois a chuva parou, volta a equipe técnica para regular tudo de novo e vem a banda para o palco. Público delira freneticamente com a entrada de Patton no palco com um imenso guarda-chuva. Aqui sim abriram com <em>Reunited</em>, seguindo o resto do <em>set list</em> praticamente idêntico ao do Rio. A diferença ficou por conta dos dois bis, onde rolaram <strong><em>Godfather&#8217;s theme</em></strong>, <strong><em>Stripsearch</em></strong> e <strong><em>Digging the grave</em></strong> e do coro de <strong><em>PORRA! CARALHO!</em></strong> que Patton literalmente arrancou de vários integrantes da platéia ensandecida<em>.</em></li>
</ul>
<p>Duas coisas atrapalharam o bom show do FNM em São Paulo: a chuva e os vacilos da equipe técnica, que contribuíram para deixar os músicos visivelmente nervosos. Patton discutiu violentamente em pleno palco com algum técnico no <em>backstage</em>, e seus gritos e gestos deixavam clara a sua insatisfação. Jon Hudson passou praticamente o show inteiro olhando sobre seu ombro esquerdo e balançando a cabeça, igualmente contrariado. Coisas que devem ter passado batidas pra muita gente, ainda mais pra quem já estava chapado àquela altura do campeonato (e que não eram poucos). A nota triste foi a declaração de Mike Patton para o público informando que talvez esta fosse a última vez que o Faith No More se apresentava no Brasil. &#8220;<strong><em>Talvez, talvez&#8230; who knows</em></strong>&#8220;. Foi nessa hora em que com certeza arrancou o maior número de <strong><em>PORRA! CARALHO!</em></strong>&#8216;s da platéia.</p>
<p>De fato, Mike Bordin já disse que retorna à banda de Ozzy Osbourne ano que vem para lançamento de novo disco, saindo em turnê logo em seguida. O futuro do Faith No More é incerto até aqui. Certo mesmo é que, como todos puderam comprovar, seu público permanece fiel e apaixonado. E assim permanecerá enquanto houver malucos como esse que vos escreve. E certo também é que os laços afetivos da banda com o Brasil estão mais estreitos do que nunca.</p>
<p>*****</p>
<p>Sobre o <strong>Maquinária Festival 2009</strong>: não vi nada do alardeado &#8220;<em><a href="http://www.maquinariafestival.com/2009/index.php#/conceito" target="_blank">conceito de festivais europeus</a></em>&#8220;, a não ser que também tenham guardado isso com exclusividade para a área <em>vip</em> (o que a julgar pelas redes penduradas nas árvores em situação de camarote, é bem possível de ter acontecido). O que eu vi: um número ridículo de cabines de banheiro (<a href="http://gaburah.com/2009/09/01/o-rock-n-roll-morreu/" target="_blank">parece que eu tava adivinhando</a>); preços abusivos, pra variar (refrigerantes R$ 6,00, água R$ 4,00, camisetas R$ 50,00); proibição da entrada de alimentos mesmo numa maratona dessas, com mais de 10h de festival (algum segurança se fartou com as minhas barrinhas de cereal) e <strong>total e absoluta falta de planejamento para facilitar a vida das pessoas na saída</strong>. Não havia táxi nem ônibus. Um perrengue de dar ódio. Pra piorar a vida de todo mundo, a cidade de São Paulo recebia mais dois festivais de grande porte no mesmo dia e que estavam terminando praticamente no mesmo horário, o que contribuía ainda mais pra tirar qualquer Cristo do sério. Pra piorar ainda mais, alguns taxistas sem caráter estavam cobrando até R$ 200 por uma corrida, capitalizando em cima do desespero alheio.</p>
<p>Enfim, <strong>ao Maquinária Festival</strong>, <strong>NOTA ZERO em organização</strong>. Que revejam TODOS os seus &#8220;conceitos europeus&#8221; para 2010 antes de sair anunciando e <strong><span style="text-decoration: underline;">tirando</span></strong> qualquer vantagem por aí.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<div id="attachment_240" class="wp-caption alignnone" style="width: 527px"><img class="size-full wp-image-240   " title="Conceito europeu, é?" src="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2009/11/IMG_0799.JPG" alt="Você viu algum conceito europeu por aí?" width="517" height="290" /><p class="wp-caption-text">Você viu algum conceito europeu por aí?</p></div>
</div>
<p>*****<br />
<strong>*Post reentitulado devido ao brilhante título criado pelo amigo Virso!, agora co-autor do blog.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Rock n&#8217; Roll morreu</title>
		<link>http://gaburah.com/2009/09/01/o-rock-n-roll-morreu/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 16:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaburah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Rock 'n' Roll]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade pública]]></category>
		<category><![CDATA[Ética na sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu queria saber quem foi o mau caráter que inventou a área vip. &#8220;Área importante&#8221; pra mim é um banheiro limpo. Quero ver se com isso sim vão se preocupar. O show do Faith No More (banda cultuadíssima no Brasil, que retorna ao país depois de retomar as atividades interrompidas há mais de dez anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu queria saber quem foi o mau caráter que inventou a <em><strong>área vip</strong></em>.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_224" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-224" title="Pagou, vipou." src="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2009/09/darth_vader_no_banheiro_quimico.jpg" alt="Área importante pra mim é um banheiro limpo. Quero ver se com isso sim vão se preocupar." width="480" height="267" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">&#8220;Área importante&#8221; pra mim é um banheiro limpo. Quero ver se com isso sim vão se preocupar.</dd>
</dl>
</div>
<p>O show do <strong>Faith No More</strong> (banda cultuadíssima no Brasil, que retorna ao país depois de retomar as atividades interrompidas há mais de dez anos e dona de um fiel e gigantesco séquito de fãs) na merda do Citibank Hall vai ter “área vip”. No Maquinária FESTIVAL também. O FESTIVAL Planeta Terra também vai ter a sua.</p>
<p><strong>ÁREA VIP EM CASA DE SHOW?!?</strong> A p$%#@ da casa de show já não tem camarote, sacada, essas m#$%@ justamente para aqueles que querem pagar mais pra não ficar no aglomerado? VSF!</p>
<p>Área VIP (de <em>very important people</em>) em show de rock é a coisa mais mau-caráter já inventada pelo empresariado oportunista. Contraria em todos os sentidos o espírito de concepção da música e das apresentações. Festivais então nem se fala. Nada mais é do que uma putaria sem tamanho. É mais uma forma que os organizadores encontraram de tomar mais dinheiro dos fãs, ávidos por curtir seus ídolos mais de perto em oportunidades esparsas como essa. Infelizmente (e é por isso que essas práticas picaretas proliferam) vai ter muita gente pagando o preço de querer ficar mais perto. Até eu enquanto fã desesperado cheguei a cogitar a ideia, porque me sinto encurralado frente à opção de não poder assistir o show direito ou mais longe do palco.</p>
<p><strong>Que saudade da época em que se respeitava o público.</strong></p>
<p>Estou enojado desse papo. É a pá de cal que faltava para o enterro do rock n’ roll. Tudo agora é área vip. Nego só pensa na p%#$@ do dinheiro. Já era aquela história de confraternização, de curtir um bom show de rock no meio da galera, mais um na multidão. Agora os <em>vip&#8217;s</em> (termo de merda) ficam lá na frente separando as bandas do <em>resto</em>.</p>
<p>Também me pergunto o quanto de influência os artistas poderiam ter para evitar práticas ofensivas como essa. Se eu tenho uma banda foda e tenho milhões de fãs, de que me adiantaria fazer um show longe deles, com meia dúzia de endinheirados, artistas e <em>personalidades</em> na frente atrapalhando a minha interação com meu público?</p>
<p>Quanto aos festivais e à completa distorção de seu <em>entendimento</em> pelos seus <em>organizadore$$</em>, eu pergunto: Woodstock teve área vip? O Rock in Rio teve área vip (na frente de todo mundo)? Wembley tem área vip? A Brixton Academy tem área vip? O Download tem área vip? O Rock en Seine tem área vip? <strong><span style="text-decoration: underline;">Isso é coisa de republiqueta terceiro mundista</span></strong>.</p>
<p>Nem sei mais se vou nessa merda. Pra ficar atrás de área vip, já vou no Maquinária (outro festivalzinho filho da puta, que ainda tem a cara-de-pau de declarar que traz &#8220;a grandiosidade dos festivais europeus de música ao vivo em locais abertos&#8221;) ficar jogando areia em global.</p>
<p>Como já gritava Lenny Kravitz (mais um show que sofreu com essa merda) pra quem quisesse ouvir, <em>rock n&#8217; roll is dead</em>!</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GqzzAyGl3zA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/GqzzAyGl3zA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>Rock n&#8217; roll is dead</strong> &#8211; Music &#038; Lyrics: Lenny Kravitz<br />
You think you&#8217;re on top of the world<br />
But you know it&#8217;s really over<br />
Runnin&#8217; round with diamond rings<br />
And coke spoons that are overflowin&#8217;<br />
Rock and Roll is dead<br />
But all the money in the world<br />
Can&#8217;t buy you from the place you&#8217;re going to<br />
Rock and Roll is dead<br />
Rock and Roll is dead<br />
Rock and Roll is dead<br />
You can&#8217;re even sing or play an instrument<br />
So you just scream instead<br />
You&#8217;re living for an image<br />
So you&#8217;ve got five hundred women in your bed<br />
Rock and Roll is dead<br />
But it&#8217;s real hard to be yourself<br />
When you&#8217;re living with those demons in your head<br />
Rock and Roll is dead<br />
Rock and Roll is dead<br />
Rock and Roll is dead&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>God gave Rock &#8216;n&#8217; Roll to you!</title>
		<link>http://gaburah.com/2009/07/14/god-gave-rock-n-roll-to-you/</link>
		<comments>http://gaburah.com/2009/07/14/god-gave-rock-n-roll-to-you/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 03:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaburah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blá Blá Gol]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock 'n' Roll]]></category>

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		<description><![CDATA[O melhor deste post prometem ser os comentários. Parafraseando Didi Mocó: &#8220;Aguarde e confie&#8221;. A brincadeira começou no Blá Blá Gol com as mensagens pelo Dia Mundial do Rock e acabou se estendendo para o Twitter. O lance era simples: responder a pergunta Qual o seu hino pessoal do rock ‘n’ roll?  &#8211; só havendo a possibilidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2009/07/untitled.bmp"></a></p>
<p><strong><a href="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2009/07/untitled.bmp"></a><a href="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2009/07/untitled.bmp"></a></strong></p>
<address><a href="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2009/07/figura1.jpg"><img class="size-medium wp-image-196  alignright" title="figura1" src="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2009/07/figura1-98x300.jpg" alt="" width="98" height="300" /></a></address>
<p>O melhor deste <em>post</em> prometem ser os comentários. Parafraseando Didi Mocó: &#8220;Aguarde e confie&#8221;.</p>
<p>A brincadeira começou no <a href="http://www.blablagol.com.br/open-bar/" target="_blank">Blá Blá Gol</a> com as mensagens pelo Dia Mundial do Rock e acabou se estendendo para o <a href="http://twitter.com/gaburah" target="_blank">Twitter</a>. O lance era simples: responder a pergunta <strong><em>Qual o seu hino pessoal do rock ‘n’ roll?</em></strong>  &#8211; só havendo a possibilidade de <strong>uma</strong> escolha, por mais difícil que seja.</p>
<p>Pergunta difícil, ainda mais porque tenho a consciência do quanto de música e bandas boas existem por aí. Mas essa é a beleza da coisa: a música é a arte mais democrática que existe. A música chega pra todos da mesma forma, sem qualquer preconceito, e ainda assim permite a cada um que a ouve de uma mesma forma tirar sua impressão pessoal dela &#8211; seja alto, baixo, gordo, magro, careca, cabeludo, velho, novo, homem, mulher, preto, branco, amarelo ou vermelho. A música diz a cada um aquilo que lhe convém.</p>
<p>Em especial o rock &#8216;n&#8217; roll &#8211; morto da forma romântica como foi concebido, infelizmente &#8211; com todas as suas facetas, como a gente vai poder estudar por aqui. Quase um estudo sociológico por assim dizer.</p>
<p>Cada um que respondeu ficou responsável por elaborar também um pequeno texto defendendo a sua escolha particular, que publico também junto a cada escolha. Criador e criatura.</p>
<p>Vai lá e vota! O dia já passou, mas o <strong><em>Rock &#8216;n&#8217; Roll is here to stay!</em></strong></p>
<h3>Salve 13 de julho &#8211; Dia Mundial do Rock!</h3>
<p> </p>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address style="text-align: right;">God gave Rock &#8216;n&#8217; Roll to you</address>
<address style="text-align: right;">Gave Rock &#8216;n&#8217; Roll to you</address>
<address style="text-align: right;">Gave Rock &#8216;n&#8217; Roll to everyone!</address>
<p style="text-align: right;"><strong>Stanley, Simmons, Criss e Frahley</strong> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Rei do Rock</title>
		<link>http://gaburah.com/2009/04/05/o-rei-do-rock/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 01:35:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaburah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock 'n' Roll]]></category>

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		<description><![CDATA[Indubitavelmente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Indubitavelmente.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OFZ1Fiylh50&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/OFZ1Fiylh50&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Assombroso</title>
		<link>http://gaburah.com/2009/01/16/assombroso/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 17:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaburah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock 'n' Roll]]></category>

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		<description><![CDATA[Eagles of Death Metal &#8211; Don&#8217;t Speak (I Came To Make a BANG!) Não tenho palavras. Bandas de coroas são o que há! Música pra bater na mãe de toalha molhada. Ouvindo isso eu assaltaria um carro completamente nú! [Atualizado] Infelizmente parece que o YouTube limou o sensacional vídeo aí de cima. Mas consegui uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Eagles of Death Metal</strong> &#8211; <em>Don&#8217;t Speak (I Came To Make a BANG!)</em></p>
<p>Não tenho palavras. Bandas de coroas são o que há!</p>
<p><object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-uxTfg62NnE&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-uxTfg62NnE&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object></p>
<blockquote><p><em>Música pra bater na mãe de toalha molhada.<br />
Ouvindo isso eu assaltaria um carro completamente nú!</em></p></blockquote>
<p><strong>[Atualizado]</strong> Infelizmente parece que o YouTube limou o sensacional vídeo aí de cima. Mas consegui uma apresentação tão sanguínea quanto. De qualquer forma, permaneço no encalço do primeiro vídeo. Conseguindo posto aqui de novo. <strong>[Fim da atualização]</strong></p>
<p><strong> [Atualizado de novo]</strong> Consegui! Mas pra garantir vou deixar os dois. <strong>[Fim da atualização]</strong></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YB0d4NuS1mU&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/YB0d4NuS1mU&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gelados, surtados e roqueiros</title>
		<link>http://gaburah.com/2009/01/05/gelados-surtados-e-roqueiros/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 00:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaburah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Desenhos clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock 'n' Roll]]></category>

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		<description><![CDATA[Vai uma sonzeira dos anos 70 (os melhores) para homenagear os mais incríveis personagens de animação já inventados pelo homem: os geniais (e alvinegros) Pinguins de Madagascar &#8211; Capitão (Skipper), Kowalski, Recruta (Private) e Rico. Nem o Akinator conseguiu ser indiferente a cada uma dessas figuraças. Numa das mais impagáveis cenas do engraçadíssimo Madagascar 2, a trilha emoldura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vai uma sonzeira dos anos 70 (os melhores) para homenagear os mais incríveis personagens de animação já inventados pelo homem: os geniais (e alvinegros) <strong>Pinguins de Madagascar</strong> &#8211; Capitão (<em>Skipper</em>), Kowalski, Recruta (<em>Private</em>) e Rico. Nem o <a href="http://www.akinator.com" target="_blank">Akinator</a> conseguiu ser indiferente a cada uma dessas figuraças.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2009/01/madagascar-penguins.jpg"><img class="size-full wp-image-126  aligncenter" title="Na ordem, esquerda para direita: Rico, Kowalski (cima), Recruta e Capitão (em baixo, centro)" src="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2009/01/madagascar-penguins.jpg" alt="" width="342" height="239" /></a></p>
<p>Numa das mais impagáveis cenas do engraçadíssimo <em>Madagascar 2</em>, a trilha emoldura as brilhantes sandices de engenharia do quarteto feliz. Então nada melhor pra mim do que registrar as duas excelências aqui.</p>
<p>Sonzaço do <strong>Boston</strong> &#8211; <em>More than a feeling </em>(1976):</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IcsVPis1iNs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/IcsVPis1iNs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<blockquote><p><strong>Você não viu nada&#8230;</strong></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bond, James Bond &#8211; em 22 movimentos</title>
		<link>http://gaburah.com/2008/11/15/bond-james-bond-em-22-movimentos/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 21:29:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaburah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock 'n' Roll]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não sei exatamente a partir de qual dos (agora) 22 filmes de James Bond as músicas-tema passaram a ter o status que têm hoje, onde artistas praticamente se estapeiam pra conseguir a honraria. Se tivesse que arriscar um palpite, chutaria que foi depois que o Duran Duran emplacou A View To a Kill (007 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sei exatamente a partir de qual dos (agora) 22 filmes de James Bond as músicas-tema passaram a ter o <em>status </em>que têm hoje, onde artistas praticamente se estapeiam pra conseguir a honraria. Se tivesse que arriscar um palpite, chutaria que foi depois que o Duran Duran emplacou <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/A_View_to_a_Kill_(film)" target="_blank"><em>A View To a Kill</em> </a>(<em>007 &#8211; Na mira dos assassinos</em>, 1985). Já sei que vão chiar gritando que <a title="Live and Let Die (film)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Live_and_Let_Die_(film)" target="_blank"><em>Live and Let Die</em></a> veio bem antes, em 1973 com os Wings do velho MacCa, mas insisto que a sequência só envergou mesmo depois dos rapazes de Le Bon. Discussão aberta.</p>
<p>Não vou tentar aqui fazer um grande estudo sobre o tema, uma vez que fiz uma pesquisa na internet e encontrei <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/James_Bond_music" target="_blank">uma verdadeira monografia na Wikipédia</a></strong>, que descreve detalhadamente tudo o que um fã dos filmes do 007 gostaria de saber sobre as trilhas com detalhes riquíssimos. Vale a leitura (em inglês).</p>
<p>Vou <span style="text-decoration: underline;">tentar</span> colocar os clipes de cada um dos filmes nos comentários, esbarrando na disponibilidade/autorização/qualidade, senão esse post vai ficar gigantesco. Vou colocar aqui sim aquela que (pra mim) é a melhor e mais criativa abertura entre todas as 22, à altura da pancada sonora que é <em><strong>You know my name</strong></em>, do Chris Cornell, tema de <a title="Casino Royale (2006 film)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Casino_Royale_(2006_film)" target="_blank"><em>Casino Royale</em></a>, 2006 - primeiro filme com Daniel Craig no papel do agente. <strong><a href="http://cinemanabrasa.blogspot.com/2006/12/bond-james-bond.html" target="_blank">Filmaço-aço</a></strong>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Nfc9GLxlhEw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Nfc9GLxlhEw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Aliás, de quebra seguem os 6 atores que viveram Mr. Bond na tela - uns melhor, outros pior, mas todos dignamente (na minha opinião). Mesmo o Lazenby leva o meu crédito, pois não achei nem ele nem o filme (<a title="On Her Majesty's Secret Service (film)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/On_Her_Majesty%27s_Secret_Service_(film)" target="_blank"><em>On Her Majesty&#8217;s Secret Service</em></a>, 1969) tão ruim como dizem &#8211; o título de pior de todos sem dúvida nenhuma fica para <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Moonraker_(film)" target="_blank"><em>Moonraker</em></a>, 1979 (<em>007 contra o Foguete da Morte</em> &#8211; argh! &#8211; vergonhosamente passado no Bra<strong>z</strong>il). A sorte do Roger Moore é que ele nunca foi de levar nada muito à sério e acabou passando ileso. Mas dói só de lembrar dele lutando com um de seus inimigos mais memoráveis (o Jaws, da dentadura de aço) em cima do bondinho do Pão-de-Açúcar ou pulando carnaval (!!!!!!!!!!) nas ruas do centro do Rio. Ninguém merecia essa&#8230;</p>
<p>Na ordem em que se sucederam: (cima, esquerda para direita) Sean Connery, George Lazenby e Roger Moore; (baixo, esquerda para direita) Timothy Dalton, Pierce Brosnan e Daniel Craig.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2008/11/007.jpg"><img class="size-full wp-image-109 alignnone" title="Bon, James Bond" src="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2008/11/007.jpg" alt="" width="399" height="420" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma dupla que deixa o céu mais alegre</title>
		<link>http://gaburah.com/2008/04/03/uma-dupla-que-deixa-o-ceu-mais-alegre/</link>
		<comments>http://gaburah.com/2008/04/03/uma-dupla-que-deixa-o-ceu-mais-alegre/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 23:42:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaburah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Rock 'n' Roll]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade pública]]></category>

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		<description><![CDATA[O INXS de Michael Hutchence acompanhado de Ray Charles! Mais um dos memoráveis e excelentes números musicais apresentados no talk show do David Letterman, um cara que entende das coisas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O INXS de <strong>Michael Hutchence</strong> acompanhado de <strong>Ray Charles!</strong></p>
<p>Mais um dos memoráveis e excelentes números musicais apresentados no <em>talk show</em> do David Letterman, um cara que entende das coisas.</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2hP4dqv-os4&#038;hl=en"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2hP4dqv-os4&#038;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
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		<item>
		<title>The Black Crowes</title>
		<link>http://gaburah.com/2007/10/14/the-black-crowes/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Oct 2007 11:52:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gaburah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rock 'n' Roll]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem não gosta dos Crowes, bom sujeito não é: é ruim da cabeça ou&#8230; bem, só pode ser ruim da cabeça!  Alguém disse uma vez que só duas coisas podem acabar com uma banda de Rock n&#8217; Roll: drogas e acidentes de avião (se alguém lembrar quem foi, me ajuda). Eu digo ainda: ponham dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="bodytext">Quem não gosta dos Crowes, bom sujeito não é: é ruim da cabeça ou&#8230; bem, só pode ser ruim da cabeça! </p>
<p class="bodytext">Alguém disse uma vez que só duas coisas podem acabar com uma banda de Rock n&#8217; Roll: drogas e acidentes de avião (se alguém lembrar quem foi, me ajuda). Eu digo ainda: ponham dois irmãos juntos numa mesma banda que ela, por melhor que seja, mais cedo ou mais tarde vai subir no telhado.</p>
<p class="bodytext"><a href="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2007/10/forbescrowes.jpg" title="forbescrowes.jpg"><img align="left" src="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2007/10/forbescrowes.jpg" alt="forbescrowes.jpg" title="forbescrowes.jpg" /></a>O Black Crowes é uma das melhores bandas setentistas que já ouvi, apesar de não ser formada por coroas nem ter sido criada nos anos 70. Uma daquelas bandas raras, da qual toda a discografia é boa, um disco melhor do que o outro. <strike>Movida a maconha</strike>*, inspirada por divas do soul e do rythm n&#8217; blues e por bandas como Allman Brothers (outra de irmãos, igualmente maravilhosa), Beatles e Creedence (mais irmãos!!).</p>
<p class="bodytext"><strong>&#8220;The Southern Harmony and Musical Companion&#8221;</strong> é um disco clássico na essência, rock puro, sem firulas. Quem já ouviu &#8220;Remedy&#8221;,&#8221;Black Moon Creeping&#8221; (Flu FM total), &#8220;No speak no slave&#8221;, &#8220;Sometimes Salvation&#8221; ou a linda &#8220;Thorn in my pride&#8221; sabe o que estou falando. E pra melhorar mais ainda, hoje em dia sempre que ouço &#8220;My morning song&#8221; lembro do &#8220;Piratas do Caribe&#8221; (o primeiro, que filme foda!), e aí a viagem fica duas vezes melhor.</p>
<p class="bodytext">A banda formada em Atlanta, na Georgia, traz os irmãos metralha que vivem em pé de guerra Chris e Richie Robinson, mais o monstruoso baterista Steve Gorman, o tecladista Eddie Harsch (um músico que faz toda a diferença na banda), o guitarrista Marc Ford e o baixista Sven Pipien (que entrou no lugar de Johnny Colt, outra instituição dos Crowes).</p>
<p align="center" class="bodytext"><a href="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2007/10/blackcrowes.JPG" title="blackcrowes.JPG"><img align="middle" src="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2007/10/blackcrowes.JPG" alt="blackcrowes.JPG" title="blackcrowes.JPG" /></a></p>
<p class="bodytext">Freqüentemente comparado ao The Faces (de Rod Stewart), aos Allman Brothers e aos Stones (referências assumidas, entre outras), os Black Crowes são apesar disso donos de uma sonoridade própria e inconfundível, seja pela voz marcante de Chris Robinson ou os teclados de Eddie Harsch.</p>
<p class="bodytext">Ao vivo, como eu e meu grande amigo Julio Cesar, o Xerox, pudemos presenciar num saudoso Hollywood Rock, a banda capricha ainda mais nas improvisações estilo folk e rythm&#8217; n&#8217; blues, <strike>jogando fumaça e</strike>* acordes pra cima da galera.</p>
<p class="bodytext">Uma excelente banda, <em>top A</em>, que mantém seu estilo inabalado mesmo após sucessivas idas e vindas (porque os gênios dos irmãos não são fáceis) e tendências do mercado fonográfico atual.</p>
<p class="bodytext">Abaixo, três momentos dos Crowes: <strong>&#8220;Remedy&#8221;</strong> (do &#8220;The Southern Harmony&#8230;&#8221; e música que Chris diz já ter assumido como o hino da banda); uma cover ao vivo extraída do David Letterman &#8211; <strong>&#8220;Feelin Alright&#8221; </strong>(originalmente gravada pelo Traffic, em 1968, e logo depois em 69 por Joe Cocker); e <strong>&#8220;Wiser Time&#8221;</strong>, do álbum Amorica (que disputa com &#8220;The Southern Harmony&#8230;&#8221; o título de melhor disco da carreira dos Crowes, se é que há um melhor).</p>
<p class="bodytext">Não precisa agradecer. É fechar os olhos e deixar a mente fluir!</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Dbw98yWjR5s"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Dbw98yWjR5s" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NohMVqECIc4"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NohMVqECIc4" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NWsSSkq5270"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NWsSSkq5270" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p>*Reeditado por influência positiva do Capitão Nascimento</p>
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