Top 10 – Why so hard?

Em semana de frenética expectativa pelo show do bom e velho Paul McCartney em terras cariocas (que terá cobertura em peso de todos os editores do BBG e do Gaburah.com) e, melhor ainda, na casa do Botafogo, saiu um início de discussão pra lá de bacana no Open-bar do Blá Blá Gol: Os 10 Maiores Álbuns de Rock (na opinião pessoal de cada um, claro). Em rara unanimidade, os editores do Oriente Médio dos blogs de futebol acharam por bem transportar a discussão (que promete) pra cá.

A lista pode ser feita de acordo com qualquer critério pessoal. No meu caso, minha lista foi baseada na influência que os álbuns tiveram sobre meu gosto musical – e como moldaram ou colaboraram para aprimorá/revê/refiná-lo. Em todos os casos, são álbuns que me fizeram construir os conceitos de música conforme acredito ser o ideal. 

Vou dar a cara a tapa e colocar a minha lista aqui, ciente de que está looooonge de ser unanimidade. Talvez não seja unanimidade nem pra mim mesmo, visto que posso revê-la daqui a duas semanas e achar que fiz alguma injustiça. Mas injustiça mesmo seria meramente tentar rankeá-los. Sendo assim, seguem em ordem de igual importância pessoal:

# King for a day, fool for a lifetime – Faith No More
# Rubber Soul – Beatles
# The Southern Harmony and Musical Companion – Black Crowes
# Tommy – The Who
# Pump – Aerosmith
# Are you gonna go my way – Lenny Kravitz
# The Dark Side of The Moon – Pink Floyd (sim, eu sei: QUEM DIRIA!)
# Back in Black – AC/DC
# X – INXS
# Unplugged – Alice in Chains

*****

Viva o rock and roll, bicho.

A briga já começa na ilustração: o MEU álbum definitivo do FabFour

134 thoughts on “Top 10 – Why so hard?

  1. 1- Persefone – Shin-ken

    2- Black Sabbath – Black Sabbath

    3- Metallica – Ride the Lightning

    4- Heavy Metal Maniac (Exciter, 1983)

    7- Nevermind (Nirvana, 1991)

    5- Dismember – Massive Killing Capacity

    6- Carcass – Heartwork

    8 – Kreator – Enemy of God

    9- Sabotage – Black Sabbath (1975)

    10- Dirt – Alice in Chains

      • Eu muito hesitei sobre Alice in Chains (Facelift) e The Cult (Electric)… Mas acabei retirando os dois, pra não cometer injustiça maior. Como dá pra notar, só 10 é pouco, muito pouco!

    • Já fiz a lista com intuito dela mudar periodicamente… quem diria, já se passaram 2 anos…

      Faço assim hoje (e mudando, essa já é meio velha, haha):

      # Persefone – Shin-ken
      # Metallica – Ride The Lightning
      # Anthrax – Spreading the Disease
      # Anthrax – Among the Living
      # Anti-Cimex – Scandinavian Jawbreaker
      # Wolfpack – A New Dawn Fades
      # Exciter – Heavy Metal Maniac
      # Black Sabbath – Black Sabbath
      # Alice in Chains – Dirt
      # Carcass- Heartwork
      # Dismember – Massive Killing Capacity

  2. 1. A Night at The Opera (Queen)
    2. Abbey Road (Beatles)
    3. Raimundos (Raimundos)
    4. Rattle and Hum (U2)
    5. Tommy (The Who)
    6. Revolver (Beatles)
    7. Krig-Ha.Bandolo (Raul Seixas)
    8. The Wall (Pink Floyd)
    9. The Dark Side of The Moon (Pink Floyd)
    10. Too Old to Rock ‘n’ Roll: Too Young to Die! (Jethro Tull)

    Até pouco tempo atrás, Rubber Soul entraria no lugar de Revolver, mas ultimamente esse último tem ganho força no iPod.

  3. Minha lista leva em consideração os discos que mais escutei durante a maior parte do tempo e que escuto a qualquer hora em qualquer lugar. Mas é meio polêmica, tenho certeza:

    # IV (Led Zeppelin)
    # Sleep Now In The Fire (Rage Against The Machine)
    # Black Album (Metallica)
    # The Southern Harmony and Musical Companion (Black Crowes)
    # The Dark Side of The Moon (Pink Floyd)
    # Tommy (The Who)
    # Exile on Main St. (The Rolling Stones)
    # Are You Experienced? – North American Edition (Jimi Hendrix)
    # Abbey Road (Beatles)
    # Audioslave (Audioslave)

    Cumpre informar que eu queria colocar também Back In Black do AC/DC, Unplugged do Alice In Chains e Imaginations From The Otherside do Blind Guardian. Eles ficam como um bonus track.

      • quando criança e abençoado (opa!) por ouvir isso desde SEMPRE, eu achava a capa do “… And Justice for All” MUITO FÓDA!!! Branco, contrastando com o sempre preto heavy metal que sempre respirei… achava demais, ainda mais o pessoal que eu via com a CAMISA, sensacional… Master of Puppets era outro, fui conhecer o preto já tarde, com uns 12 anos…. kkkk… vendo agora só não entrou na minha pq Ride the Lightning é MUITO pesado, considerado o mais pesado da história deles e tem sons fodas.

        Falando em Top 10, eu juro que li que havia em algum lugar uma lista das bandas/ álbuns mais IMPORTANTES (não melhores, isso tem um monte) do metal… e nela constava FISTFUL OF METAL do Anthrax… só lembro disso, achi legal mencionar.

      • De fato!

        Assim como Ride the Lightning.

        Mas e onde fica a importancia do momento em que ouvi, pela primeira vez, o Black Album?

  4. 1- Animals – Pink Floyd
    2 – Physical Graffiti – Led Zeppelin
    3 – Revolver – The Beatles
    4- Jardim Elétrico – Os Mutantes
    5 – Grace – Jeff Buckley
    6 – … And Justice for All – Metalica
    7 – Wheels of Fire – Cream
    8 – Ok Computer – Radiohead
    9 – Nevermind – Nirvana
    10 – Making Movies – Dire Straits

      • Se valesse coletânea, teria rolado. Álbum avulso, eu não conheço.

        O mesmo vale para os Stones que inclusive eu curto mais que várias bandas que eu citei.

          • Lamento, mas foi impossível excluir o Acústico do AiC. É um troço pra fazer o cara rever o que pensa sobre a música e, mais profundamente, sobre os seus modismos (mais especificamente aqui).

              • Cara, não enjôo de assistir ou escutar. Acho que foi uma das poucas vezes que fiquei emocionado assistindo a uma apresentação.

                É melancólico, denso, triste e ainda assim extremamente bonito. Ninguém fez nem nunca fará um Acústico como esse.

                Fica a dica pra caçar a apresentação do AiC no Jools Holland também (já com o vocal novo). Muito bonito também, apesar de curto.

      • Eu acho que se Os Mutantes tivessem gravado apenas uma faixa: Tecnicolor (ou duas: Tecnicolor e Vida de Cachorro), já lhe valeria o posto de maior banda de Rock do Brasil e uma das maiores do mundo.

        http://letras.terra.com.br/mutantes/272038/ (letra e vídeo)

        Sorte a minha que eles fizeram muito mais que uma única canção sublime :D. A discografia é maravilhosa e pra quem só ouviu coletâneas, taí o meu conselho: procure os álbuns completos, para bem dos seus ouvidos :).

        • Eu já curto demais ‘Minha menina’ e aquela do meu cigarro apagou, vou dançar o roquenrrou, uHAUHuahuHAUHuahuHAHuahuHA.

          • Meninas e Victor, um dos maiores álbuns da discografia mundial é o Tudo foi feito pelo Sol, da fase Mutantes sem a Rita Lee e com o Liminha tocando baixo.

  5. que mais escutei história:

    The Offspring-Conspiracy of one
    Linkin Park- Meteora
    System of A Down-Toxicity
    Avenged Sevenfold-Waking The Fallen
    Red Hot Chili Peppers- Californication
    Black Sabbath- Master of Reality
    Nirvana- Nevermind
    Pantera- Vulgar Display of Power
    Queens Of the Stone Age- Songs for the Deaf
    ACDC- Let there be rock

    lista lindona :)

    • BOCA PRÁ GUERRA som muito foda do Pantera, já quase destrui a casa ao som dele em VHS

  6. Sem dúvida é complicado rakear os 10 melhores discos de rock. Mas o bom de fazer é pensar no assunto. Talvez os álbuns que coloque aqui nem sejam aqueles que mais escutei, mas são os subjetivamente melhores.
    A única regra que utilizei para com meu eu-lírico é que eu possua tais álbuns, seja em vinil, fita ou cd. Segue minha indefectível lista comentada.

    1 – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band
    Já escrevi sobre o disco. A justificativa está lá. http://www.blablagol.com.br/sgt-peppers-364
    Na verdade, poderia retirar os 10 melhores discos de rock da história dos 13 oficiais dos Beatles. Mas seria muito egoista e faria injustiça com os outros 3. Por isso, resolvi resumir os Beatles em Sgt. Pepper’s por tudo que esse álbum representou. Não mais citarei discos dos Beatles.

    2 – Dark Side of the Moon
    Queria citar outro disco do Pink Floyd. Animals e Wish You Were Here estavam na cabeça. Mas nesse caso não há como fugir do óbvio. Dark Side é obra-prima. Eu não respeito quem não conhece esse disco.

    3 – Led Zeppelin IV
    Era moleque. Lógico que comprei por causa de “Stairway to Heaven”, mas encontrei muito mais que isso. Disco que me fez comprar outros da banda. Led Zeppelin IV foi minha porta de entrada do rock n’ roll dos 70’s. It’s been a long time since I rock and roll.

    4 – Deep Purple in Rock
    Quando falam da banda, citam muito o Live in Japan. Eu também tenho. É muito foda, mas tem o bônus de ser ao vivo e, de certa forma, uma coletânea. Deep Purple in Rock é sublime. Foi quando conheci o vocal do Ian Gillan. A última música do lado A, Child in Time, ocupava metade do vinil. É clássica.

    5 – Nevermind
    No início dos anos 90 quando escutei “Smells like teen spirit” no rádio corri atrás para verificar que som era aquele. Em 93 fui no show. Em 94 montei banda cover pois a gente se amarrava e conseguíamos tocar as músicas. O álbum nem é o que eu mais gosto da banda, mas reconheço que é o melhor. Nirvana era simples em qualquer sentido. Com o surgimento da banda coloquei meu senso crítico de lado e resolvi curtir. Sem compromisso.

    6 – Goo
    Sonic Youth não é uma banda assim tão conhecida. Nunca ouvi tocar em rádio. Já vi gente que escutou pela primeira vez até argumentar se era música. Diziam que era apenas barulho. AFIRMO que ali tem musicalidade sim. E de alta qualidade no meio das distorções. Fui no show deles no MAM num Free Jazz (isso mesmo). A galera que curte o som em geral gosta mais do Dirty, mas eu prefiro o Goo.

    7 – Lavô Tá Novo
    Raimundos supriu a falta de rock brasileiro. O show no BEDROCK em Niterói foi emblemático pra mim. Além de ter sido bom demais foi no mesmo local onde já tocara com minha banda. Esse segundo disco está mais bem produzido que o primeiro deles, que também tenho e me amarro.

    8 – Chronicle, Vol. 1
    É coletânea. Ok. Não deixa de ser um álbum de rock. Todos deveriam ter essa coletânea do Creedence. É só apertar o play e deixar rolar. Fodaça.

    9 – The Colour and the Shape
    O 2º disco dos Foo Fighters é fodão. Não teve o impacto do primeiro (que teve “This is a call”, “I’ll Stick Around” e “Big Me”) e nem ganhou os prêmios do terceiro (There Is Nothing Left to Lose). Quem não conhece “Everlong” tem a obrigação de escutar.

    10 – The Beatles
    Ou Álbum Branco como ficou conhecido. É duplo tanto em vinil como em cd. Uma vez um amigo não tão fã dos caras me perguntou se era coletânea. Quando respondi que não, ouvi um “pô, os Beatles têm muita música maneira mesmo”.
    Eu sei. Citei de novo Beatles. Eu menti.

  7. Phoda. Pra quem curte, sabe o martírio que é reproduzir uma lista dessas, mas vamos lá!

    1. Dark Side of the Moon – Pink Floyd
    2. Machine Head – Deep Purple
    3. Abbey Road – Beatles
    4. Unplugged – Alice in Chains
    5. Hot Rats – Frank Zappa
    6. Never Say Die – Black Sabbath
    7. TNT – ACDC
    8. Band on the Run – Paul McCartney
    9. Slow Hand – Eric Clapton
    10. Atlantic Crossing – Rod Stewart

  8. # King for a day, fool for a lifetime – Faith No More
    Quando o FNM surgiu, todo mundo parou pra prestar atenção. Tá certo que já existia o Red Hot Chilli Peppers e que também faziam um funk-metal da pesada. Só que por mais que o RHCP tenha feito até uma ótima cover do Stevie Wonder (Higher Ground), nenhuma de suas músicas até então teve o punch de Epic. O FNM ficou marcado como uma banda irreverente e pesada, e quando tentaram se livrar desse rótulo as pessoas não quiseram ouvir. Veio o Angel Dust e em seguida o King for a day…, onde a banda chutou o antigo guitarrista e caiu de cabeça no novo. E então Mike Patton se tornou Mike Patton.

    # Rubber Soul – Beatles
    O divisor de águas da banda. O álbum que plantou as sementes da psicodelia nas composições dos Beatles. Graças a ele existiram Revolver, Sgt. Peppers, Magical Mystery Tour e todos os outros.

    # The Southern Harmony and Musical Companion – Black Crowes
    A melhor banda setentista não-setentista do mundo. Há quem diga que os Crowes são imitações com glamour do The Faces, mas Rod Stewart e seus rapazes não fizeram Remedy, carro-chefe do álbum que trazia ainda Sometimes Salvation, Thorn in my pride e etc. O álbum que me fez definir meu estilo pessoal do rock.

    # Tommy – The Who
    Fiquei com medo de cair no óbvio e procurei outros da banda que pudessem entrar no lugar desse. Mas não houve como. Pinball Wizard não deixa, por mais que Who are you, 5:15 e We won’t get fooled again tenham feito força.

    # Pump – Aerosmith
    O DISCO do Aerosmith, que me fez acordar de vez para o rock. Se What it takes ainda me fazia soltar os últimos suspiros do tempo de adolescente bobão, Jane’s got a gun e – especialmente – Love in the elevator chegavam pra dizer: Ei, rapazinho! Tá na hora de bancar o homem, meu chapa!

    # Are you gonna go my way – Lenny Kravitz
    Agora o Virso me mata. Mas a única música que ouvi na vida e que me fez sentir quase a mesma sensação de quando escutei Remedy pela primeira vez foi Always on the run (tá, exagerei vai) – que é do Mamma said. Quando Are you gonna go my way estourou (com aquela negona na batera, legal pacas), resolvi ouvir o álbum inteiro e emendei os dois anteriores do Kravitz (sujeito controverso). Descobri que eram todos impecáveis. A partir desse, o cabeludão meio que deslumbrou e perdeu o compasso. Até aparou a cabeleira.

    # The Dark Side of The Moon – Pink Floyd (sim, eu sei: QUEM DIRIA!)
    Mordendo e soprando: depois de trinta e tantos anos odiando Pink Floyd, o Virso me apresentou ao Lado Negro (da lua). Óbvio que fiquei entorpecido durante sua execução e imediatamente me perguntei como nunca tinha me dado a chance de ouvir antes. Mas depois resolvi escutar o The Wall de novo e rapidamente lembrei do porquê.
    Fico com o comentário do Bender: nesse caso não há como fugir do óbvio. Dark Side é obra-prima. Eu não respeito quem não conhece esse disco.

    # Back in Black – AC/DC
    Quem em sã consciência escapa do riff de Back in Black? Até quem não curte rock se rende. Como plus, foi o álbum em que Brian Johnson teve a petulância de fazer os fãs (quase) esquecerem o recém-finado (e idolatrado) Bono Scott. Vá tomar no cu quem não ouviu esse álbum.

    # X – INXS
    Década de 90, fim do apogeu da queda (existe isso?) do rock and roll. A década começava e trazia novas luzes ao estilo, tão covardemente massacrado durante os anos 80. O INXS despontava socando a cara da neófita geração-MTV com Suicide Blonde, mostrando que rock podia usar um saxofone junto aos riffs mais pesados de guitarra e fazendo sim chacoalhar o esqueleto.

    # Unplugged – Alice in Chains
    Pára tudo. Se o grunge serviu pra alguma coisa, foi pra tirar esses caras do ostracismo. Fizeram um monte de músicas e álbuns bacanas que, graças aos competentes trabalhos de estúdio, mascararam o verdadeiro objetivo das músicas do Alice: harmonizar a melancolia. Quem ouvir Lanney Stanley cantando/chorando ao microfone com o backing milimétrico de Jerry Cantrell e não se emocionar, bom sujeito não é.

    *****

    Bender, me desculpe. Lista indefectível é a minha ; )

    • Hahaha… boa!

      Eu gosto do Faith No More. Mas não citei pois o disco que mais curto (já tinha em disco e depois comprei o cd) foi o ao vivo na Brixton Academy. Na época que a modinha era Guns, Extreme e Skid Row, eu escutava Epic, Falling to Pieces, From Out of Nowhere e outras.
      O Red Hot também ficou fora da minha lista. Não encontrei espaço pro Blood Sugar Sex Magic, que é show de bola.

      O Rubber Soul e Revolver eu costumo classificar como o mesmo período. Gosto muito de ambos. Não sei definir qual é o melhor. Os Beatles são tão fodas que tem a melhor fase de transição que uma banda de rock já teve. Rá!

      Nem sabia que vc não gostava do Pink Floyd. Em parte, concordo contigo em relação ao The Wall. Já tentei gostar mais do álbum, mas não consegui. Perde para os outros que citei da banda lá no meu comentário. Além daqueles, fica outra dica para quem não cinhece: The Final Cut.

      Das outras bandas da sua lista, o que conheço são músicas espalhadas. Algumas curto muito, outras não. Não acompanhei de perto a carreira dessas bandas.

      ****
      Fatalmente cometemos injustiças ao fazer uma lista dessas. Por exemplo, Rolling Stones e Queen são bandas que eu colocaria no meu Top 10, mas não coloquei nenhum disco deles.

      • Amiguinho, disco que conta com What goes on não perde em lista nenhuma.

        *****

        Cheguei a pensar no Blood Sugar Sex Magic também, mas… não… Top 10 não.

        Também tentei fazer uma força pra encaixar o Van Halen e o Queen, mas não consegui. Nesses casos, tenho consciência de que fui injusto – apesar de muito justo.

        RÁ!

        • Se um conta com a “country” What goes on, o outro conta com a “folk” Good Day Sunshine.

          Dá pra fazer um embate maneiro Rubber Soul x Revolver. Fica para um post quando sobrar um tempo.

    • A partir desse, o cabeludão meio que deslumbrou e perdeu o compasso. Até aparou a cabeleira.

      Então o Gaburah preza sempre a cabeleira?

      • UAHuhauhUAHuhauhUHAuauHAUHuhau
        uHAUuhauAUHuhauhAUHuahuHAUHauh
        uHAUhauhUHAUhauhUAHUhauhUAHuha

        Calma, não é bem assim…

        A cabeleira eu até prezo. O cabeleira eu quero é que se foda.

    • Palmas pro Virso, que conseguiu convencer o cabeça dura do GayBuraco a realmente OUVIR e SENTIR a psicodelia entorpecedora do Pink Floyd. Virso, quando morrer, fique tranquilo: você vai direto pro céu, sem necessidade de julgamento final e com direito a ouvir outra música que não Starway to Heaven (Led Zeppelin)! 😛

      —————————
      # The Dark Side of The Moon – Pink Floyd (sim, eu sei: QUEM DIRIA!)
      Mordendo e soprando: depois de trinta e tantos anos odiando Pink Floyd, o Virso me apresentou ao Lado Negro (da lua). Óbvio que fiquei entorpecido durante sua execução e imediatamente me perguntei como nunca tinha me dado a chance de ouvir antes. Mas depois resolvi escutar o The Wall de novo e rapidamente lembrei do porquê.
      Fico com o comentário do Bender: nesse caso não há como fugir do óbvio. Dark Side é obra-prima. Eu não respeito quem não conhece esse disco.

  9. Como é difícil elencar uma lista dessas, resolvi apresentar aqueles álbuns que escutava (ou ainda escuto) até “furar o disco”, e não necessariamente apenas os que acho os melhores de todos os tempos.
    Isso pode incluir vinis, cd’s ou mp3 baixados.
    Segue a seleção (não está em ordem de importância):

    • Unknown Pleasures – Joy Division (é claro, apesar de não conter “Love will tear us apart”);
    • Rattle and Hum – U2;
    • Joshua Tree – U2;
    • War – U2;
    • Automatic For The People – REM;
    • Alchemy – Dire Straits;
    • Nevermind – Nirvana;
    • Franz Ferdinand – Franz Ferdinand;
    • Pulse – Pink Floyd;
    • Rádio Pirata Ao Vivo – RPM.

    • Bem, vou comentar um por um (ou em grupo):

      Unknown Pleasures – Joy Division: como já disse, mesmo não contendo “Love will tear us apart” e “Atmosphere” já possuía o mesmo clima dessas músicas. Passei a achar o grupo sensacional que, mesmo com a curta carreira, influenciou toda uma geração. Além disso, o interesse cresceu depois de assistir aos filmes “24 hour party people” e “Control”. Além do “Too old….”, “Love will…” tá na lista dos cinco melhores clipes.

      Rattle and Hum – U2;
      Joshua Tree – U2;
      War – U2: Vou comentar os três em bloco. Comecei a ouvir o U2 por meio do “War”. Quase ninguém conhecia. Numa festa no Paiol Grande, pedi ao cara que controlava as músicas (não era um DJ) para colocar o “Sunday bloody Sunday”. Ao iniciar a música, a galera vaiou e pediu “Ilari|ê” da Xuxa. Fazer o quê? Eu era precoce…
      Bem, junto com War, eu ouvia “Wide awake in America”, “Boy”, “Unforgetable Fire”, além de fitas k7’s com músicas de outros discos, inclusive um ao vivo que não lembro o nome. Com isso, “Joshua Tree” e “Rattle and Hum” (e logicamente o filme deste) seguiram o rumo natural de fã do grupo, que só esmaeceu a partir da década de 90, com os “dances” e “technos” deles.

      Automatic For The People – REM: Para mim é simplesmente sensacional. “Drive” também se inclui na lista dos melhores clipes. Além das badaladas “Man on the moon” e “Everybody hurts”, possui músicas fantásticas e não tão conhecidas, como “Nightswimming”.

      Alchemy – Dire Straits: ouvia direto. Álbum duplo ao vivo e para mim a versão do “sultans of swing” veio primeiro do que de estúdio. Ficava me imaginando num show deles.

      Nevermind – Nirvana: novidade. Um novo modo de fazer rock. Muito bom.

      Franz Ferdinand – Franz Ferdinand: grupo com influências de Joy Division, Pixies, U2, dentre outros, mas com músicas feitas de uma maneira própria. Mesmo quem não goste, deve concordar que se processou uma mudança no rock com eles. Só um adendo, o grupo surgiu meio que embalado com as bandas britânicas dos anos 90’s, como Blur, Radiohead e outros. Gosto muito deste, mas o FF atingiu um patamar superior.

      Pulse – Pink Floyd: culpa de Victor, que me emprestou aquele CD com a luzinha vermelha irritante piscando o tempo todo. Depois comprei o meu, já sem a luz chata. Logicamente o “Dark side…” e “The Wall” são bem melhores, mas Pulse foi o único álbum do grupo que tive.
      Um adendo sobre o assunto. Mais novo, talvez lá para o final dos 80’s, eu assistia na tv aberta filmes como “The wall” e “Tommy”. Passavam raramente na Band e bem tarde. Apesar de não entender toda a viagem, gostava muito. Pena que não tinha acesso aos álbuns na época (eu era uma criança pobre). Da ópera rock, Victor e Gaburah presenciaram meu orgasmo ao ouvir Eduaaaaaardo recitá-la toda, ao som de violão (na casa do Roberto!!!!!).

      Rádio Pirata Ao Vivo – RPM: cê só pode tá de sacanagem??? Bem, só um pouco, mas foi uma maneira de homenagear o rock nacional. Era a moda em 86 ou 87 e ouvia essa merda o tempo todo. Outro adendo, também tinha um K7 do Legião, acho que do primeiro álbum. Penso que foram os primeiros nacionais que comecei a ouvir com mais atenção.

      • U2 é uma banda maneira. Tem uma porrada de música bacana. Mas sei lá… é meio U2 demais. Até tenho um cd the best of deles. Mas sei lá… [2] não me emociona.

        Curti muito REM também. Tenho o “Out of Time” que comprei no embalo de “Losing my Religion”. Depois comprei o “Monster” no embalo. “Automatic For The People” tinha gravado (cd era caro). Mas não lembrei de nenhum desses na hora de pensar na lista.

        Não conheço Franz Ferdinand, mas vc falou em Pixies. Banda muito boa. Não cheguei a ter nenhum disco, mas tinha fita com várias músicas. Escutava no Walkman.

        Rádio Pirata Ao Vivo – ouvia essa merda o tempo todo [2]

      • Fazer o quê? Eu era precoce…

        Leia-se: moleque chato pra caralho.

        Pena que não tinha acesso aos álbuns na época (eu era uma criança pobre). Da ópera rock, Victor e Gaburah presenciaram meu orgasmo ao ouvir Eduaaaaaardo recitá-la toda, ao som de violão (na casa do Roberto!!!!!).

        Na verdade eras (e és) uma pobre criança, isso sim. E não me ponha nesse papo de orgasmo. O único que eu soube foi aquele proporcionado pelo ato de desligar o mesmo ar condicionado duas vezes.

        Engraçado é que hoje geral (eu também) sente vergonha de assumir que curtia o Rádio Pirata – mas eu nuca entendi como geral gostava daquela bosta estratosférica de London, London. Vai se fudê… Mas que era uma febre, isso era.

    • Taí! Finalmente, alguém citou Joy Division. Infelizmente, não o coloquei em meu Top 10, simplesmente pelo fato do grupo não ter sido tão marcante durante a minha “formação musical”. Mas é bom demais!!!

  10. A minha lista é pouco pretensiosa e cheia de subjetivismo até para mim mesmo. Sendo sincero, ela não convence nem a mim mesmo mas foi a gerada se bate-pronto, portanto 100% legítima.

    1. A Night at The Opera (Queen) – mermão, que álbum é esse? Deixem tocando no repeat e se encantem. Noves fora o gosto pessoal, é um álbum para os amantes de música de estúdio, bem trabalhada e detalhista ao extremo com várias master pieces. Obra de arte pura. Beatlemaníacos tem por obrigação relacionar esse álbum que pega muito de quando os Beatles saíram dos estádios e se enfurnaram em estúdio para revolucionar o rock ‘n’ roll. Podemos dizer que A Night At The Opera está apoiado no ombro de gigantes. Brian May com sua excelente ’39 lamenta-se pelo álbum, pois ele pretendia que sua composição fosse a música da vida de muitas pessoas, mas como se destacar em um álbum com Bohemian Rhapsody.

    2. Abbey Road (Beatles) – Se Rubber Soul e Revolver iniciaram o processo de Sgt. Peppers, Abbey Road consagrou o trabalho. E tem músicas melhores que o mais famoso.

    3. Raimundos (Raimundos) – Culpa de Gabão, que quando mal tocava Raimundos na rádio, já gravara as fitas com os dois CD’s (só apareceu nas rádios música do 2º muito tempo depois). Eu queria escolher um deles, ganhou o primeiro que é cheio de clássicos. Parece no rock nacional a mesma impressão que o primeiro álbum de Tim Maia, mas esse já é um outro assunto.

    4. Rattle and Hum (U2) – Esse aqui desvirtua um pouco do meu propósito de não colocar coletânea os show. Mas tudo o que cerca Rattle and Hum pesam ao seu favor, desde versões bluezadas de várias músicas, ao documentário/show com o marketing inerente a banda. Tudo bem trabalhado, deve ser louvado.

    5. Tommy (The Who) – Não tive o peso na consciência do Gaburah em fugir do caminho mais fácil. Ao contrário da bomba “The Wall” (o filme), Tommy é absolutamente agradável de se ver. O álbum conta de fato a saga ópera-rock, só com musicão, naturalmente.

    6. Revolver (Beatles) – Há pouco tempo atrás, Rubber Soul entraria representando essa fase dos Bealtes (eu não consigo me apaixonar por Sgt. Peppers). Mas como ultimamente meu iPod tem explodido com Revolver e sua I’m only sleeping, entrou este. Quem sabe com uma eventual vinda de Ringo Starr ao Brasil Help entre na lista?

    7. Krig-Ha.Bandolo (Raul Seixas) – Semi-mentira que esse seja um álbum TOP10 do rock. O “problema” de Raul é que sua discografia é intercalada e constantemente com qualidade, variada e repetitiva paradoxalmente. É difícil destacar um disco de Raul porque em um dia é genial, e em outro você quer tacar pela janela. Quando fiz a lista, estava genial. Esse disco, apesar de não ser todo de Master Pieces, é uma boa amostra das músicas underground, já com as músicas consagradas por Hippies da Cantareira que bebem Itaipava em lata.

    8. The Wall (Pink Floyd) – Chupem! O disco tem In The Flesh, e é gritado por Roger Waters que é o cara. Ademais, tem o show de Berlim que salva o filme ao construir um gigantesco muro no palco durante o show, E além do ademais, eu fui no show do Roger Waters com ênfase em The Wall e foi fodástico. Mas maneiro que o Dark Side

    9. The Dark Side of The Moon (Pink Floyd) – É O disco de estúdio. Hippies da Cantareira que bebem Itaipava em lata não se emocionam, o que o deixa melhor ainda. Esse é um disco que deve ser ouvido sem que se preste atenção (o mesmo vale para a música Echoes que infelizmente não está nesse álbum). Apenas deixe rolar. Não há contra-indicações de se ouvir ébrio, mas pode-se ouvir entorpecido. Ademais, Ivan respeita esse álbum.

    10. Too Old to Rock ‘n’ Roll: Too Young to Die! (Jethro Tull) – Maldito Gabão. Emprestou-me esse disco que eu queria gravar apenas a música título, pois é uma das 5 músicas com os maiores videoclipes de todos os tempos (embora eu não saiba quais são as outras 4) e acabei que fiquei ouvindo e me viciei. A ANTA aqui NÃO gravou a porra do disco antes de devolver (ou perder, já que não encontro mais aqui em casa)

    • A saber, eu não numerei por existir alguma ordem de preferência. Não existe. Foi apenas por hábito.
      De qualquer forma, o melhor disco em minha opinião é “A Night At The Opera”

    • Se Ivan gosta de Dark Side, só corrobora minha inclusão (do álbum e no Ivan).

      *****

      Too old to rock and roll, too young to die! – é uma das 5 músicas com os maiores videoclipes de todos os tempos (embora eu não saiba quais são as outras 4) [2]. Amigo, pras outras quatro surgirem neguinho vai ter que penar.

      O Jethro Tull de Ian Anderson colocou a barra alta demais, bicho.

    • Victor,

      Eu ouvia Raimundos? Caraca, nem me lembrava disso!!!

      Acho que você me devolveu o Too Old to Rock ‘n’ Roll: Too Young to Die!, mas não tenho certeza. Vou dar uma procurada lá em casa.

      Já que eu te influenciei em pelo menos três dos álbuns da sua lista (considere o U2 influencia minha também), por que você não incluiu aquele disco do Red Hot (não me lembro o nome)?

    • O show que fui do Roger Waters ele fez um “mix” de vários discos no 1º set. Rolou The Wall, Wish You Were Here e até Animals! Para meu delírio os caras mandaram “Dogs” na íntegra (mais de 17 minutos). O 2º set foi o Dark Side inteiro (ou quase inteiro). Sem dúvida um dos melhores shows que já fui.

      Abbey Road é fodão demais! Quando escutei o lado B pela primeira vez pensei que era uma única música, pois elas emendavam (foi a primeira vez que vi isso).

      • Aquele show foi sacanagem.
        Ficamos em um lugar fodaço de bom para ver o show e o isopor de cerveja do nosso lado.
        Paulo Affonso nem faz ideia de como voltou para casa

        • hahaha… show fodástico com isopor de cerveja do nosso lado.
          E quando rolou o som do helicóptero dando a volta na Apoteose… bolei.
          Aquele show foi sacanagem. [2]

    • Numa eventual vinda do Ringo ao Brasil (TEAM RINGO!), com certeza quem entra na lista é o Yellow Submarine. RÁ!

      É O Cara!

  11. Eu sinceramente nem esquentei a cabeça pensando em fazer uma média e colocar um grupo brasileiro porque simples e infelizmente tenho a convicção de que brasileiro não nasceu pra fazer rock ‘n’ roll. Pelo menos não um rock ‘n’ roll de qualidade. Isso é coisa de anglofônicos e ponto.

    É que nem estrangeiro fazendo bossa-nova. Pode até ficar legalzinho e tal, mas bom não fica. Fica é mecânico, isso sim.

    MAS, se tivesse que fazer um agrado e enfiar algum álbum brasileiro na marra, ficaria entre três (em igual escala de importância):

    1. Sexo – Ultraje a Rigor (pela identidade que o Ultraje tem e pela maneira como um paulistão típico conseguiu invadir a praia dos cariocas e agradá-los até mais que aos seus conterrâneos);
    2. Vivendo e não aprendendo – Ira! (porque é muito bom mesmo e ponto); e
    3. Criança Louca – Tianastácia (que foi o disco de rock nacional que chegou mais perto do que entendo que seria um rock brasileiro de qualidade).

    • Eu também não esquentei a cabeça com isso. Não fiz agrado nenhum. Coloquei logo os que vieram na lata.

      Pensei em qual discos dos Stones colocar na lista. Fiquei buscando os que eu tenho na mente. Sticky Fingers, Out of our Heads, Voodoo Lounge e uma coletânea dupla que não lembrava o nome. Quando coloquei no google para buscar esse nome, parei. Não é assim.
      Lógico que pra mim em termos de banda Stones >>>> … >>>>> Raimundos (é até ridícula a comparação), mas a questão era outra.

      E ainda concordo contigo no raciocínio do rock/estrangeiro = bossa/brasileiro.

      • Eu sei que tu não fez média.

        O que motivou meu comentário foi a observação do Gabão:

        Rádio Pirata Ao Vivo – RPM: cê só pode tá de sacanagem??? Bem, só um pouco, mas foi uma maneira de homenagear o rock nacional. Era a moda em 86 ou 87 e ouvia essa merda o tempo todo. Outro adendo, também tinha um K7 do Legião, acho que do primeiro álbum. Penso que foram os primeiros nacionais que comecei a ouvir com mais atenção.

        *****

        Até pensei no Voodoo Lounge, mas… não… Top 10 não.

        *****

        Enfim concordamos em algo então! Há esperança para o Oriente Médio!

        • hehehe… nem tanto…
          Concordo na constatação que você fez, já com a sua opinião fico na dúvida.
          “Qualidade” aqui é mais pessoal do que algo associado aos padrões ISO. Alguns podem concordar que Mutantes, IRA, a Jovem Guarda, Barão Vermelho e Pato Fu têm qualidade.
          Assim como tem estrangeiro que interpreta bem uma Bossa Nova sim.

          • Alguma qualidade devem ter mesmo, até porque senão não teriam o tempo de estrada que tem.

            Mas por melhor que o Barão Vermelho possa ser (e nos últimos discos – principalmente o disco homônimo de 2004 – ficou foda mesmo) JAMAIS vai chegar aos pés dos Stones, por exemplo.

            Demérito do Barão? Não mesmo. É foda se consagrar num troço que não é vocação brazuca…

      • O álbum duplo a que o Bender se refere é o Hot Rocks que é o meu disco de ouvir indo para o Engenhão

        FOI ELE QUEM FUDEU COM OS STONES NA MINHA LISTA.

        Eu acho o Voodoo Lounge foda e iria entrar. Mas aí quando contrasto com as músicas dessa coletânea absurdamente foda (que ainda assim só contempla fração das músicas fodas dos Stones), Voodoo Lounge passa a ser pouco representativo.

        Por conta de ter adquirido muito cedo essa coletânea, também não fui atrás dos álbuns dos Rolling Stones individualmente e pouco posso descorrer. POR ISSO, Voodoo Lounge que é um fodástico álbum que comprova a qualidade rocknrolliana dos stones em todas as épocas.

  12. 1 – Rubber Soul – The Beatles

    2 – Who’s Next -The Who

    3 – Stick Fingers – The Rolling Stones

    4 – IV – Led Zeppelin

    5 – Axis: Bold as Love – The Jimi Hendrix Experience

    6 – Wish You Were Here – Pink Floyd

    7 – (What’s the Story) Morning Glory? – Oasis

    8 – Ok Computer – Radiohead

    9 – New Miserable Experience – Gin Blossoms

    10 – Raro – El Cuarteto de Nos

    … e a lista segue.

  13. Esse post vai render frutos.

    Já estou imaginando um Top 5 pra daqui a pouco que também deve mexer com os cérebros.

    Enquanto isso, que tal elencarmos o Top 10 de álbuns ao vivo (rock, claro), já que poucos deles pintaram por aqui até agora?

  14. Caro Gus,

    Desculpe a demora na resposta, e logo sobre um assunto que é de importância ímpar na minha vida: O Bom e Velho Rock n’ Roll. Aqui vai a minha lista (que leva em conta a importância histírica dos discos misturada ao meu gosto pessoal):

    Who’s Next – The Who
    Back in Black – AC/DC
    Sticky Fingers – The Rolling Stones
    London Calling – The Clash
    II – Led Zeppelin
    The Beatles(a.k.a. White Album) – The Beatles
    Thuth – Jeff Beck
    Paranoid – Black Sabbath
    Shake Your Money Maker – The Black Crowes
    Dire Straits – Dire Straits

    • Cheguei a considerar o Who’s next, puta disco foda. Mas como fiquei entre ele e o registro ao vivo do show do Who na Ilha de Wight, não houve como resistir a Pinball Wizard (que foi a música que me fez descobrir o The Who).

      • Cara…

        Eu tive até que tirar o hendrix da lista…e nem quis colocar Clapton,cream ou Derek and the Dominos… Até lances brazucas como Mutantes,Rita Lee & Tutti Frutti ou Made in Brazil poderiam ter entrado, mas a minha lista por enquanto é essa. Quem sabe numa outra lista eu mude um pouco…

        P.S. Sua escolha por “Dark Side Of The Moon” é ao mesmo tempo curiosa e surpreendente.

  15. eu queria responder… mas nao sei se entendo tanto de rock assim.

    Eu sei que eu colocaria Beatles, Queen, Incubus, Liquid Tension mas ai começo a me perder. Pra colocar de jazz talvez eu saisse melhor.. Na duvida prefiro me calar, tomar notas das sugestoes acima e ouvir todas!

  16. Ainda não li todos os comentários, pq tô sem tempo, mas lerei.

    Por enquanto, vai só minha lista, onde tomei o cuidado de não repetir banda e só colocar álbum de estúdio (coletâneas também estão fora). Também só coloquei discos que possuo ou peguei emprestado na época pra ouvir, mas isso não foi premeditado.

    A primeira metade realmente corresponde a discos que acho os maiores da história, já a segunda metade está mais no critério subjetivo, discos muito importantes pra mim.

    Segue a lista:

    1- Queen – A Night at the opera
    2- Iron Maiden – The Number of The Beast
    3- Santana – Abraxas
    4- Beatles – Abbey Road
    5- Michael Jackson – Thriller
    6- Guns n’ Roses – Appetite for descruction
    7- Bruce Dickinson – Accident of Birth
    8- Aerosmith – Get a grip
    9= Bon Jovi – These Days
    10- Skid Row – Slave to the grind

    • Ponderei bastante na “rockabilidade” de Michael Jackson. Até perguntei para Lincoln se poderia ser considerado ou não.
      O pior é que nem lembro a resposta, mas exclui das possibilidades de competir entre meus álbuns no quesito rock.

      • Pois é.. se a pergunta é “Michael Jackson pode ser condiserado rock?”
        Eu afirmo que não. Porque, até onde sei, a maioria das músicas dele não tem características de rock. Não sou um especialista em estilos musicais, mas penso que cada estilo tem características que o categorizam como um rock. O rock, em geral, possui guitarras distorcidas e ou cheia de efeitos e a caixa da bateria bem forte no 2 e 4 (tempos reconhecidos como fracos). O thriller é rock? Tem características de rock, mas será que ele é um pop-rock? Acho que apenas um estudioso dessa área de música pode realmente esclarecer.. mas eu votaria em uma música com características de rock ou em pop-rock antes de declarar diretamente como ROCK.

        • [2]

          Beleza de explicação do catedrático.

          As músicas do Jacko tem realmente diversos elementos de rock and roll (abaixo vou colocar um vídeo de uma versão de Billy Jean por Fall Out Boy (esqueçam o visual escroto meio emo dos moleques, porque apesar disso fazem um som de respeito) e John Mayer (guitarrista blueseiro FODA), que faz você jurar que MJ escreveu pensando num rockão. Mas concordo que não pode ser rotulado como rock.

          A foda é que a sonoridade das músicas do cara tem TANTAS, mas TANTAS influências distintas que eu sinceramente DUVIDO que alguém tenha a capacidade de categorizar o Michael Jackson.

          Foi um artista muito foda, hoje eu vejo isso (e não conseguia perceber quando era mais novo). Pena que ele endoidou, aí enveredou pro pop farofinha e virou chacota. Mas Off the wall e Thriller são coisa de um cara, no MÍNIMO, gênio.

          Pega aí:

          • Recuso-me a gastar tempo nos comentários de um assunto que pode render post, com toda a exposição possível que a máquina blablagoliana de publicidade pode oferecer.

          • Amiguinhos, apontem um riff de rock n’ roll melhor do que o de Beat it. Um solo melhor também. Pode existir igual, mas melhor não há.

            Fora isso, Michael Jackson não tem categoria. Dizer que é o rei do pop é subestimá-lo. O cara faz música e ponto. Eu acho que Thriller entraria na minha lista até se perguntassem os 10 melhores álbuns de jazz ou de forró!

            A sonoridade de Thriller influenciou todo o rock que veio depois dele, sem dúvidas.

            Mas farei como Victor disse abaixo… não discutirei algo que rende post.

            Aliás, não é pra fazer o gaburah.com virar aquele filme Alta Fidelidade não, mas Michael Jackson me lembra uma listinha que de vez em quando eu e meus amigos fazemos em mesa de bar: Os maiores gênios da música.

            O Michael entra no meu Top 5.

            • Embora não tenha entrado no meu Top 10, respeito e admiro o trabalho de Michael Jackson. Os argumentos do Fernando são muito bem fundamentados e têm o meu total apoio. Não dá pra categorizar o álbum Thriller como pop. Aliás, considero isto quase uma ofensa. O trabalho do cara é um marco na história da música e ponto.

              • Funk/soul pra mim também. É o mais próximo, talvez.

                MJ era um artista completo, não se fechava em estilos.

                • Cara, a do London Calling também é uma das minhas favoritas, MUITO FODA.

                  Top 10 capas de álbuns JÁ!!!

                • Vermes malditos,
                  eu sugerira (pretérito mais que perfeito é o tempo verbal mais foda de todos, FATO) ao vivo para Gaburah esse tema.
                  Que seja feito! TOP 10 capa de álbuns!

                  • Deixo a honra para o pai da criança ; )
                    Manda ae, editor-supremo!

                    *****

                    Tenho um Top 5 na cabeça, mas vai para outra oportunidade. Melhores capas já!

  17. Apenas uma lista…sem ordem de preferência mas os mais significativos pra mim.

    Led Zeppelin – The Song Remains the Same Live
    Aerosmith – PUMP
    The Black Crowes – The Southern Harmony and Musical Companion
    Lenny Kravitz – Mama Said
    Pixies – Bossanova
    Guns N Roses – Appetite for Destruction
    AC/DC – Back In Black
    Whitesnake – Greatest Hits
    Jane´s Addiction – Nothing´s Shocking
    Hoodoo Gurus – Kinky

  18. Galera, vou me referir aos álbuns (sou da época do álbum hehe) que me influenciaram e definiram o músico que sou hoje (bom ou uma merda, foda-se: os discos têm a ver com isso hehe).

    a) Alchemy – Dire Straits Live
    b) Eric Claptn – Journeyman
    c) Peter Frampton – Frampton Comes Alive
    d) U2 – War
    e) Jimi Hendrix – Are Tou Experienced?
    f) Brothers in Arms – Dire Straits
    g) 20 Greatest Hits – The Beatles (foi o primeiro contato com os Fab4)
    h) 1984 – Van Halen
    i) Dark Side of The Moon – Pink Floyd
    j) Fruto Proibido – Rita Lee e Tutti Frutti

    That’s All Folks!

  19. “10? Isso tudo?”
    Esse foi meu 1º pensamento.
    “Caraca, só 10? Fudeu!”
    Esse foi o 2º.

    Então vamos lá, sem medo de cometer injustiças, já que são inevitáveis:

    1- Van Halen – 1984 – É top, e foi meu 1º vinil “de macho!”, antes de estourar a 1ª espinha na cara.

    2- Red Hot – Blood Sugar Sex magic – Concordo que não seja top 10, mas foi meu 1º CD, antes mesmo de ter um CD Player, escutei até furar. Acabou todo arranhado, depois de alguém bêbado colocar em cima de outro que já estava no player.

    3- Aerosmith – Get a Grip – Aerosmith tem muita coisa boa, comprei o “Get a Grip” pq já curtia muito, mas escutava esse disco dia sim, dia não, em volume suficiente pra abafar os gritos da vizinhança reclamando.É sacanagem deixar “Walk This Way” e “Jane’s Got a Gun” de fora, mas o álbum deles que mais me marcou foi esse mesmo.

    4- Dire Straits – Brothers In Arms – Mais um fortíssimo representante do rock anos 80. Fazer o que, eu vivi os 80 plenamente! “Money For Nothing” estragou vários fones de ouvido de camelô ligados no meu walkman. Tem gente aí que nem sabe o que é isso…

    5- Guns’N Roses – Use Your Illusion – Mas é claro que eu escutava Guns! Era bom mesmo! Não chegava ao ponto de ficar imitando Axl’Rose em sala de aula, mas que eu gostava, gostava.

    6- Legião Urbana – Que País É Este – Renato Russo nunca soube cantar, mas as letras dele são foda. E fazer uma música de 9 minutos, sem refrão e sem repetição de estrofes, tocar diariamente nas rádio mais populares do país, não é pouca merda.

    7- Pink Floyd – The Dark Side Of The Moon – Não preciso falar nada. Só que, depois que ouvi, fiquei sem palavras. Mas nem precisava falar nada mesmo.

    8- Led Zeppelin – Led Zeppelin IV – Apesar de que não acho que Led Zeppelin tocava rock. Acho que Led Zeppelin tocava Led Zeppelin. Mas não aceitaram chamar a banda de gênero musical.

    9- Paul McCartney – Run Devil Run – “We love you, yeah, yeah, yeah!” Paul é Paul, o melhor de todos os tempos, quem discorda, vai se fuder. Não sou racional quando falo de Sir Paul. E esse é o meu álbum preferido da carreira solo dele, com meu estilo de rock preferido, pouco pesado, muito bom de ouvir e de dançar (com a Coverdose de preferência).

    10- The Beatles – White Album – Deixei os Beatles por último, senão só ia ter Beatles aqui. O melhor álbum deles depende do momento, da temperatura, da bolsa de Tóquio, sei lá do que mais, só sei que nunca dá pra decidir qual é. Mas pra mim esse é o mais marcante, emana uma energia quase cósmica, que se espalha em decomposição espectral e…

    Pronto, apaguei o bagulho. Vou comer, que esse papo rock’n roll dá uma larica do cacete.

  20. Olha eu aqui! Listagem muito difícil de fazer…

    1. A Night at The Opera (Queen)
    2. Abbey Road (The Beatles)
    3. Live at Wembley´86 (Queen)
    4. Hot Rocks 1964-1971 (The Rolling Stones)
    5. The Wall (Pink Floyd)
    6. Achtung Baby (U2)
    7. In the flesh – live (Roger Waters)
    8. Appetite for Destruction (Guns N Roses)
    9. The Dark Side of The Moon (Pink Floyd)
    10. 24 Nights (Eric Clapton)

    Mesmo não sendo rock, gostaria de mencionar que Thriller está entre meus álbuns preferidos. Se pudesse entrar, seria o 2o.

  21. 1. BeAtles live at star club
    2. Let it be naked
    3. Double fantasy
    4. Imagine
    5. Please please me
    6. With the beatles
    7. Help!
    8. Beatles for sale
    9. “Me” live at new york
    10. a hard day’s night

  22. Vcs escrevem pra caralho. Vou tentar ler as listas anteriores e fazer a minha lista DE 10 álbuns preferidos, e não DOS 10 álbuns

  23. Não tem como uma lista dessas não ser pessoal, acima de tudo. 10 é um número pequeno, então escolhi primeiro os artistas que mais admiro e fiz as escolhas.

    1 – Nevermind (Nirvana)
    2 – Abbey Road (Beates, em segundo pois espalharam ótimas canções em todos álbuns, não havendo um que se destaque tanto)
    3 – The Dark Side Of The Moon (Pink Floyd)
    4 – Brothers In Arms (Dire Straits)
    5 – Weezer (Weezer – Blue Album)
    6 – Band On The Run (Paul McCartney)
    7 – Master of Puppets (Metallica)
    8 – The Colour and The Shape (Foo Fighters)
    9 – Definitely Maybe (Oasis)
    10 – Broken Boy Soldier (The Raconteurs)

    • Pode crer Calvin.
      Weezer (Weezer – Blue Album) – substituo “Goo” na minha lista por esse. Bom demais.

  24. Bom dia a todos!

    Cá estou eu, a pedido do meu querido amigo GayBuraco, a pensar sobre aqueles que seriam os 10 mais representativos álbuns de rock. Difícil escolha, é verdade, mas não tão difícil se tivesse que estabelecer o “Top 10 do Rock, de Todos os Tempos, da Humanidade”.

    Minha seleção foi feita segundo os mesmos critérios utilizados pelo moiçolo. Mas acho que acabei indo um pouco além: é pessoal e não necessariamente poderia ser considerada o “crème de la crème” do rock.

    Na minha visão, estou colocando aqui os álbuns que mais me marcaram e que mais participaram na construção das minhas preferências (não apenas musicais) e – porque não? – da minha própria personalidade. Portanto, a maioria dos álbuns aqui expostos fizeram parte da minha vida durante meus primeiros vinte anos de vida, período este que acredito ser fundamental à definição e caracterização do ser humano.

    Bem, chega de enrolação. Aí vai a lista, em ordem (mais ou menos) autobiográfica, como assim fez Rob Gordon, no filme “Alta Fidelidade”:

    01. Symphony No. 5 (Ludwig van Beethoven)
    02. The Works (Queen)
    03. Abbey Road (The Beatles)
    04. Best of the Animals (The Animals)
    05. Dois (Legião Urbana)
    06. Ten (Pearl Jam)
    07. Nevermind (Nirvana)
    08. Purple (Stone Temple Pilots)
    09. Pulse (Pink Floyd)
    10. The Best of the Smiths, Vol. 2 (The Smiths)

    Obs.: reparem que o 1o lugar é de nada mais, nada menos que Beethoven. Pra mim, não há como falar de rock sem pensar naquele que foi vital a minha formação e que, graças ao meu pai, sempre esteve presente em minha infância. Na minha humilde opinião, música clássica/erudita de qualidade é anterior a qualquer gênero musical; no caso de Beethoven, enxergo-o como uma espécie de etapa/marco fundamental para que se possa entender e apreciar o bom rock ‘n’ roll. Dessa forma, senti-me à vontande para inclui-lo aqui.

    Abraço!

      • Perfeito! Depois de Laranja Mecânica, sempre que ouço ou falo de Beethoven, inevitavelmente acabo me lembrando de algumas cenas do filme. São assuntos quase indissociáveis, não é mesmo? Mérito do gênio Kubrick que, na minha opinião, fez deste filme a sua maior obra.

    • Ainda bem que a lista é de rock, senão teríamos que ler, como os álbuns que “formaram a personalidade do garotinho-juvenil-criado-a-leite-com-pera” coisas como Menudo, New Kids On Th Block, Information Society, Spandau Ballet e outras atrocidades!

      hehehehehehehehehe

      Abçs

      JC, o desagregador de plantão! :)

      • Salve!

        Quando falam de Menudo, acabo lembrando da minha irmã e sua tara pelo Rick, que, não faz muito tempo, assumiu sua homosexualidade publicamente. Se minha irmã soubesse disso naquela época, tenho certeza de que teria se concentrado mais no Dominó, outro grupinho comercial medíocre do momento.

        New Kids On The Block não merece qualquer comentário. Lixo!

        Quanto ao Information Society, eu até fui no show deles, no Maracanazinho. Eu gostava das músicas… Fazer o que, né?

        E Spandau Ballet marcou época na década de 80 com seu popzinho farofa. Fala mal não! 😛

    • Não tenho VH1…

      Ontem assisti uma biografia do Keith Moon bastante interessante (apesar de meio dramática demais pro meu gosto).

      O que me lembra da minha próxima Top 5. Em breve…

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