Wait No More* – a semana mais rock n’ roll da minha vida
12 Comments Published by Gaburah November 10th, 2009 in Música, Opinião, Rock 'n' Roll, Utilidade públicaVendi minha alma.
Não valho nada.
Tanta revolta tem uma razão: acabei me vendendo à ideia de assistir o show do Faith No More no Rio de Janeiro dentro da área vip. Eu sei, eu sei. Demagogo, hipócrita, pulha, vendido, etc, etc, etc… Vocês tem razão. Mas precisam entender meus argumentos: era um show aguardado demais, pesquisado demais. Um retorno acompanhado demais, como o de velhos amigos que não se veem há muito tempo. Era muita expectativa pra que eu pudesse acabar me frustrando por não enxergar nada direito a não sei quantos metros e cabeças de distância do palco.
Convenci? Acho que não… mas não me julguem, por favor. Leiam meu relato e me absolvam. Ou não.

O FNM (esq/dir): Hudson, Bordin, Bottum, Patton e Gould - faltaram os cabelos brancos
Faith No More no Rio de Janeiro – Citibank Hall – 05/11/2009
Usei a frase “um retorno acompanhado demais, como o de velhos amigos que não se veem há muito tempo” e fui feliz, porque o sentimento que permeou toda a apresentação do grupo foi exatamente esse. Ambos os lados estavam matando descaradamente a saudade. O público porque, como muito bem dito pelo empolgado baterista do honesto grupo Moptop (que abriu a apresentação do FNM no Rio), estava lá pra ver de novo uma banda que todo mundo ali cresceu ouvindo. Nessa hora involuntariamente retornei a 1990, ano em que descobri Epic e aqueles caras engraçados que fizeram um clip com um peixe fora d’água, com um vocalista que cantava com luvas de boxe que mais pareciam chapéus de cozinheiro. Não vou nem falar da histórica apresentação no Rock in Rio II, onde o Brasil inteiro descobriu e passou a amar o FNM.
Essa catarse durou uma fração de segundos, mas trouxe muita coisa de volta. Inclusive a lembrança de que gostava demais do The Real Thing, que eu ouvia todo o santo dia quase até furar o vinil. Foi o álbum mais vendido da banda até hoje (apesar de não ser o melhor deles – esse é fácil o King for a day, fool for a lifetime).
E voltando à vaca fria, porque a banda? Bem, a banda porque assumidamente ama o Brasil, país que fez o Faith No More ser o Faith No More. Mike Patton disse (e diz) em diversas entrevistas que a história da banda teria sido bem diferente se não houvesse o Brasil. Esse amor fica evidente desde o esforço do polivalente vocalista em falar o português (que arranha muito bem) até a composição de uma bossa-nova do jeito FaithNoMoreano de ser, passando por inclusões de frases em português em diversas músicas e a paixão pelo grupo Os Mutantes. Além disso, sabem que um de seus públicos mais fiéis e saudosos permanece na ativa por aqui, e que sempre foram recebidos com audiências selvagens em todas as inúmeras apresentações na terra brazilis.
A noite era de extrema expectativa como se pode imaginar, e essa “tensão” dava pra ser sentida no ar sofregamente respirado pelos presentes, uma galera que variava dos 15 aos 50 anos e estava igualmente afiada nas letras das músicas.
E a banda entrou no palco relaxada, à vontade como não visto até então em nenhuma outra apresentação da turnê Second Coming (ou Reunion - há quem chame das duas formas). Tanto é que nem abriram o show com o neo-hit Reunited (cover da dupla setentista Peaches&Herb). Não precisava. Não há cerimônia entre velhos amigos. Há sim que se abraçarem e sentarem pra uma boa e longa conversa. E foi o que aconteceu. Mais de duas horas de papo. Patton gritando e a galera respondendo, Patton contando histórias, Patton extremamente preocupado com o perfeito funcionamento das coisas (até um puxão de orelha leve num ansioso Mike Bordin – monstro soberano na bateria), Patton dando esporro no técnico de som; Roddy Bottum – performático como sempre, um tecladista que foge do convencional – lançando olhares reprovadores para todos os lados quando alguém errava.
E erravam? Sim, meus caros. O mais legal de ficar na fila do gargarejo é ver que todo mundo ali é humano, que todo mundo erra e torce pra que ninguém tenha percebido, que um sacaneia o outro (nesse caso, cobra do outro) quando alguém erra. Os únicos dois que passaram incólumes pelas mais de duas horas de apresentação foram o tecladista e o baixista Billy Gould, com seus potentes grooves cheios de slaps - ambos com domínio total dos arranjos e de seus respectivos instrumentos.
Patton mais de uma vez declarou seu amor ao Rio de Janeiro e ao Brasil, acompanhado de acenos de cabeça, toques no coração, agradecimentos e reverências de Bordin lá atrás. E tanto foi tudo assim, num clima de amizade tão fraterna, que lá no segundo bis a banda retornou ao palco sob o uníssono coro de FALLING TO PIECES! FALLING TO PIECES!, música que (segundo as más línguas) o FNM jurou nunca mais tocar em shows, sabe-se lá o porquê. Um resignado e sorridente Mike Patton soltou: “Somente porque estamos no Rio, hein…” ao que a galera delirou. Patton levantou as mãos como quem se eximia do fato de não lembrar mais a letra (que compôs) e não teve o menor pudor de pedir ajuda a quem sabia, no caso Bordin. Gould e Bottum riam de se acabar, radiantes. Na guitarra, para tristeza dos mais ortodoxos (na maioria aqueles que permaneceram agarrados à fase The Real Thing da banda) não estava o mala Jim Martin, mas sim o discreto e talentoso Jon Hudson – guitarrista que contribuiu com sua pegada mais jazzística (salvo engano) do Album of the year em diante. Mesmo assim, na hora de rasgar os riffs de Epic e cia, Hudson estava lá. Discreto porém presente, a guitarra nas alturas. Escolha acertadíssima.
Mas quer saber? Melhor do que explicar é mostrar:
E terminou tudo, entrando novamente a saudade em cena tão logo as luzes se acenderam. Mas desta vez, com a sensação de dever mais do que cumprido dos dois lados.
Faltou o set list! Mas quer saber? Eu também mostro:

- A set list ganha no tapa e todas as suas marcas de guerra.
A lamentar, somente a ausência dos petardos Digging the grave; Cuckoo for caca; Star A.D.; Collision; RV; Mark Bowen; The Real Thing; Mouth to mouth; Take this bottle e What a day. Mas quer saber? Seria necessário outro show só pra tocar as músicas que eu queria ouvir. Meus presentes ficaram por conta de King for a day (musicaço, mais do que esperada) e da surpresa absoluta Just a man, que me deixou inerte inclusive pelas peripécias de Patton, montado nas costas de um segurança levando o microfone de boca em boca na fila do gargarejo. Eu cantei uma música com o Faith No More. Chupa essa manga! RÁ!
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Eu disse acabou? Hahahahaha, NÃO PRA MIM!
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Maquinária Festival 2009 – São Paulo – 07/11/2009
Rapaz, desde o show do INXS (outra banda que em certa época tentou infrutiferamente recrutar Mike Patton para os vocais) em 2002 (o último por aqui, já sem o Michael Hutchence) eu tinha a vontade absurda de bancar o groupie e seguir a banda de uma apresentação para a outra. Por sorte, uma sucessão de eventos fortunamente infortunos me empurrou para realizar essa vontade.
E lá estava eu no sabadão sob o sol escaldante da cidade de São Paulo. Um dia que contou com bandas bem pesadas, a saber:
- Nação Zumbi – quem já viu um show deles sabe. Manguebeat pesado e contagiante. Bom show prejudicado pelo horário e pelo calor infernal;
- Sepultura – cara, não sou ouvinte do Sepultura. Barulho demais pros meus ouvidos. No entanto, tenho que confessar que ao vivo os caras são extremamente competentes no que fazem de melhor: barulho e poeira (pelas rodinhas que rapidamente se formam). Quem quiser se aventurar um dia e assistir, não vai se arrepender;
- Deftones – eu falei que o Sepultura faz barulho? Putz, ainda não tinha visto nada até o show do Deftones. Cara… que gritaria. Tanta gritaria que ficou até monótono, pois parecia que estavam sempre na mesma música. Quem conhecia disse que o show foi memorável. Eu não conhecia e agradeci pela oportunidade de me afastar um pouco pra sentar na sombra;
- Jane’s Addiction – esse merece um parágrafo só pra ele.
Sacaneei muito antes do show do Jane’s Addiction. Que ia ser rápido, que era show sem apelo, que era show exclusivo pra quem estava na área vip (e se isso me redime de alguma forma, não estava na vip desta vez)… enfim, não levava a menor fé, assim como 70% do público presente. Mifú bonito.
Só tenho uma palavra para o show do JA: consagrador. Aliás, tenho duas: consagrador e apoteótico. Um show daqueles que com certeza fez grande parte dos presentes correr pra internet atrás de músicas da banda. Produção impecável, com direito à performances de bailarinas, imagens no telão e alta interatividade com o público. Perry Farrel pode ser um cara esquisitão – e seu figurino totalmente Ney Matogrosso não deixou dúvidas sobre isso – mas é um frontman de mão cheia. O cara domou o público com suas reboladas, matando uma garrafa de vinho entre uma música e outra, com dois belos escorregões no palco – os quais tirou de letra arrancando aplausos, e conversando direta e confortavelmente com seus novos fãs, fazendo-se entender mesmo sem falar palavra sequer em português. “Yes, everybody suffers. Take a look at Dave Navarro. Perfect stomach, perfect arms, perfect chest. But Dave Navarro suffers for love“. E a platéia vinha abaixo. Farrel fez o público lamentar o fim do show do Jane’s Addiction, e na minha modesta opinião, fez com sua banda o grande show do dia. Vendeu seu Loolapalooza direitinho. O Faith No More que não me ouça. O único senão ficou por conta exatamente da outra estrela da banda: o guitarrista Dave Navarro. Burocrático de dar raiva, Navarro parecia tocar por obrigação e poucas vezes recebia refletores mesmo durante seus solos de guitarra. Deixou a impressão de ser uma mala e realmente estar sofrendo por causa de alguma coisa. Talvez as calças de couro debaixo de um sol de mais de 30ºC.
- Faith No More – a grande atração da noite, de longe o mais aguardado. Público nervoso, ainda mais quando no exato momento em que a banda pisava no palco cai uma chuva torrencial, fazendo a equipe técnica correr desesperadamente para cobrir tudo, atrasando o então iminente início do show. Meia hora depois a chuva parou, volta a equipe técnica para regular tudo de novo e vem a banda para o palco. Público delira freneticamente com a entrada de Patton no palco com um imenso guarda-chuva. Aqui sim abriram com Reunited, seguindo o resto do set list praticamente idêntico ao do Rio. A diferença ficou por conta dos dois bis, onde rolaram Godfather’s theme, Stripsearch e Digging the grave e do coro de PORRA! CARALHO! que Patton literalmente arrancou de vários integrantes da platéia ensandecida.
Duas coisas atrapalharam o bom show do FNM em São Paulo: a chuva e os vacilos da equipe técnica, que contribuíram para deixar os músicos visivelmente nervosos. Patton discutiu violentamente em pleno palco com algum técnico no backstage, e seus gritos e gestos deixavam clara a sua insatisfação. Jon Hudson passou praticamente o show inteiro olhando sobre seu ombro esquerdo e balançando a cabeça, igualmente contrariado. Coisas que devem ter passado batidas pra muita gente, ainda mais pra quem já estava chapado àquela altura do campeonato (e que não eram poucos). A nota triste foi a declaração de Mike Patton para o público informando que talvez esta fosse a última vez que o Faith No More se apresentava no Brasil. “Talvez, talvez… who knows“. Foi nessa hora em que com certeza arrancou o maior número de PORRA! CARALHO!‘s da platéia.
De fato, Mike Bordin já disse que retorna à banda de Ozzy Osbourne ano que vem para lançamento de novo disco, saindo em turnê logo em seguida. O futuro do Faith No More é incerto até aqui. Certo mesmo é que, como todos puderam comprovar, seu público permanece fiel e apaixonado. E assim permanecerá enquanto houver malucos como esse que vos escreve. E certo também é que os laços afetivos da banda com o Brasil estão mais estreitos do que nunca.
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Sobre o Maquinária Festival 2009: não vi nada do alardeado “conceito de festivais europeus“, a não ser que também tenham guardado isso com exclusividade para a área vip (o que a julgar pelas redes penduradas nas árvores em situação de camarote, é bem possível de ter acontecido). O que eu vi: um número ridículo de cabines de banheiro (parece que eu tava adivinhando); preços abusivos, pra variar (refrigerantes R$ 6,00, água R$ 4,00, camisetas R$ 50,00); proibição da entrada de alimentos mesmo numa maratona dessas, com mais de 10h de festival (algum segurança se fartou com as minhas barrinhas de cereal) e total e absoluta falta de planejamento para facilitar a vida das pessoas na saída. Não havia táxi nem ônibus. Um perrengue de dar ódio. Pra piorar a vida de todo mundo, a cidade de São Paulo recebia mais dois festivais de grande porte no mesmo dia e que estavam terminando praticamente no mesmo horário, o que contribuía ainda mais pra tirar qualquer Cristo do sério. Pra piorar ainda mais, alguns taxistas sem caráter estavam cobrando até R$ 200 por uma corrida, capitalizando em cima do desespero alheio.
Enfim, ao Maquinária Festival, NOTA ZERO em organização. Que revejam TODOS os seus “conceitos europeus” para 2010 antes de sair anunciando e tirando qualquer vantagem por aí.
Você viu algum conceito europeu por aí?
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*Post reentitulado devido ao brilhante título criado pelo amigo Virso!, agora co-autor do blog.







Brilhante texto de Luciana Toffolo para o Omelete com as impressões de dentro da famigerada área vip:
VIP não quer se divertir, quer apenas se mostrar para os amigos
A discussão segue aqui.
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A gente chega numa fase da vida (110V) que nao qr mais saber de passar por necessidades… me senti nessa no Maquinaria. Chegada e saída mais do que tumultuada, aguentar um espaço nada democratico a ainda ser comprado com esse papo furado de conceito europeu… sem bem que o que foi vendido la dentro era cotado em EURO! Rá! Vagabundos e extorquistas a parte, salvos foram: Lucio Maia (NZ), Jean Dolabella (Sepultura), ultimo acorde da ultima musica do Deadtongues, Perry Farrel (JA) e A BANDA (FNM). BE AGGRESSIVE!
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Eu tb ovacionei! \o/
[Reply]
Xerox,
vc está muito garotinho juvenil! Diria até: VC ESTÁ JOVEM!
VC ESTÁ KATE HUDSON EM “QUASE FAMOSOS”!
gggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggg
Seu post sobre o Juana´s Addicción me lembrou quando fomos a um festival patrocinado por uma empresa de tabaco na cidade do Rio de Janeiro, onde a maioria esmagadora desconhecia o punch-rock-n-roll de uma certa banda que homenageava os famigerados Faísca e Fumaça, e que conquistou uma grande parte da platéia com um show, enxuto, direto e competente!
Tenho orgulho de dizer que tenho TODOS os discos oficiais do JA!
Os caras são competentes e bem regidos. Sim, Perry Farrell é o maestro…performático, esquisito, viado, articulado e que sabe distribuir bem o jogo para seus comandados – sim, é ele quem manda!
Quem quiser conhecer mais sobre a competência do moço, ouça também o Porno For Pyros e o Satellite Party.
Abs
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AAaaaaaaahdorei seu blog. Estive no FNM no RJ e foi muito louco mesmo. Curti a banda de abertura Moptop que ainda não conhecia. Infelizmente não pude ir no Janes em SP…Mike Patton pra presidente.
beijos
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Devem ter 300 posts concentrados em um só. Li de dia e vou responder de noite. Nem lembro mais o que li, logo, vou responder o que quero.
Conceito Europeu é o que o Virso comentou. Só vale no preço e nos deveres.
Aliás, estamos adaptando esse Conceito Europeu para tudo nosso. Outro dia foi assim no Maracanã, mas isso é assunto para outro fórum…
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Pelo visto os treinos papa-goiabas de Pai-Mei no Cancun de roubar setlists surtiu efeito quando necessário.
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Sou da geração MTV no canal 9. Logo, Falling to Pieces é a referência.
(chupa Youtube)
[Reply]
O grande Virso! é um amigo que conhece muito sobre o bom e velho R’n'R. Sem dúvida uma figura que vai abrilhantar muito este modesto e desconhecido porém bem-intencionado blog.
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Xerox, senti exatamente a mesma coisa in loco. Lembrei imediatamente dos caras que perguntavam pra gente “quem eram esses Black Crowes” e terminaram o show completamente estupefatos principalmente pela presença de palco dos irmãos Robinson&cia. Steve Gorman e Eddie Hirsh, monstros absolutos.
Feliz de quem conhecia mais de três músicas do Jane’s Addiction.
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Paul (ou POW, sei lá), ver Mike Patton babando no palco não teve preço. Saí devendo inclusive, pelas execuções de King for a day e Just a man.
Falling to pieces foi pra nocautear geral.
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Pô Victor, só tentei ser didático…
[Reply]
Também sou da Geração MTV (canal 9 depois do meio-dia).
Pra mim as músicas que marcaram o início e o fim do Faith No More da maneira como o conhecíamos são Epic e Midlife Crisis – esta última o ponto a partir do qual se viu nitidamente o rumo que a banda queria tomar. A “geladeira” que deram no Jim Martin é óbvia.
[Reply]
Onde se lê “…as músicas que marcaram o início e o fim do Faith No More da maneira como o conhecíamos“, diga-se também deixando de ser meramente uma banda pesada e irreverente para dar início a um processo de profunda evolução musical, experiências sonoras e polivalência de estilos.
Enfim, do Angel dust em diante, o Faith No More ultrapassou fronteiras e se tornou uma bandaça.
[Reply]
Rapaz,
o show de encerramento da “Leg 3″ (América Latina) em Guadalajara deu até inveja. Confiram:
Set list:
Midnight Cowboy
The Real Thing
Land of Sunshine
Caffeine
Be Aggressive
Evidence
Surprise! You’re Dead!
Last Cup of Sorrow
RV – essa é uma jóia…
Easy
Epic
Midlife Crisis
Ricochet
The Gentle Art of Making Enemies
No más Fe Güey/Evidence
Ashes to Ashes
Just a Man
King for a Day
Chariots Of Fire
Stripsearch
Pristina
Cuckoo for Caca – \o/
I Started a Joke
We Care a Lot
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Gaburaco,
Eu e Catarina achamos vc parecido com o Patton, por isso você os adora tanto!
Mas que área Vip é essa que fica lá no fundão?
Abração,
Rodrigo “Gabão” Pimentel
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Da (bleh) área vip (nojeira) eu tirei algumas fotos, mas não ficaram boas. As fotos do post são a léguas de distância, no meio da galera do (bleh) Maquinária Festival.
As melhores imagens eu guardo na cabeça, mas aqui vai uma ideia do quanto eu estava perto deles (no Rio):
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Obrigado pelo elogio (afinal o cara é um sex simbol, hehehe), mas não… eu tenho mais rugas do que ele (apesar de ser mais novo).
Ah, essas minhas retinas já tão fatigadas…
[Reply]