Cansado da babaquice atual que virou essa onda insuportável de reality-shows? Eu também. Até que assisti uma pérola chamada Beauty and the Geek (que no Brasil recebeu a infeliz alcunha de “As gostosas e os geeks”) no Multishow (um canal que vem crescendo bastante no meu conceito ultimamente).
Definido como “um programa que não tem por objetivo promover encontros, mas sim realizar um experimento social para buscar o crescimento de ambos”, a premissa do troço é a seguinte: 8 nerdões de carteirinha (daqueles inconfundíveis e aparentemente irrecuperáveis) são colocados numa casa com 8 beldades (do estilão americano), sendo que formam-se duplas (um nerdão e uma gostosa). Ao final, vence o casal que apresentar os melhores resultados de mudança: a socialização do cabeçudo e/ou o surgimento de alguns neurônios funcionantes na cabeça da gostosa. O detalhe é que os participantes são rigorosamente escolhidos: os nerds são sujeitos inteligentíssimos (esse é um dos critérios de seleção) – tem uns que fizeram até MIT – e as gostosas tem que apresentar o cérebro do tamanho de um amendoim ou Q.I. de ameba (não conseguir soletrar palavras do nível de dificuldade de independence também é um dos critérios de seleção).
A mistura não podia ser mais engraçada: no primeiro dia, os caras se apresentam um a um para as gostosas (que estão todas de biquini à beira da piscina) e vão sendo escolhidos por elas, que não escondem a cara de pavor à medida que eles entram. Só esse início já valeria o programa inteiro.
Mas em meio à farra toda, é comovente observar a sinceridade com que (principalmente) os CDF’s se expõem. Os caras são extremamente desesperados por conseguir ter alguma vida social ou mesmo serem aceitos como “caras comuns”. Chega mesmo a ser emocionante ouvir depoimentos do tipo: “Eu daria qualquer coisa para me livrar dessa ansiedade, qualquer coisa. Daria até mesmo uma parte da minha inteligência pra superar isso”. Faz pensar, né?
Só consigo assistir no sábado à noite e sei que rola reprise no domingo de tarde (mas aí é hora da rodada do Brasileirão e fica difícil acompanhar). A foto aí é da primeira temporada (que não acompanhei). Mas duvido que tenha sido mais hilária do que a segunda (atualmente em exibição). Recomendo.








Pena que não tenho Multishow, pois a parada deve ser mesmo hilária!
A propósito, a loura e a morena mais ao centro na foto, MORREM MUITO FÁCIL!
hehehehehe
FATO: Se fizerem um programa desses com praticantes de aikidô eu volto para as aulas.
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Aliás, é Manolo aquele de snorkel ao lado do maluco de colete salva-vidas?
HUAHUhauhuHAUHuahuHAUH
UahuHAUHuahuhauhauhuAH
UhauhUHAUhauhUAHUahuAH
Hehe… quado o assunto não é Botafogo, Gaburah arrebenta.
Tá aí uma boa sujestão ao invés de BBB 74.
Merda que eu não tenho Multishow. Com certeza iria assistir ao programa.
Qualquer uma morre. Mas concordo com o Julio, a loira de biquini preto e a morena ao seu lado são as melhores.
Afinidade rubro-negra.
Não achei o post do Tropa de Elite. Aqui não tem open bar, então vai aqui mesmo.
Gaburah, concorda com os americanos do New York Times?
http://odia.terra.com.br/cultura/htm/trailer_de_tropa_de_elite_no_mercado_internacional_deixa_capitao_nascimento_de_lado_201664.asp
Porra Gaburah,
Tem que dar notícia dos seus posts maneiros. Não tem como me cadastrar?
Esse foi muito bom, mas só vi hoje. QUE IDÉIA!!! GNIAL.
Dá vontade de assinar este troço só pra ver.
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Sobre o Rafael no comentário acima, deve haver alguma explicação psicológica. É justamente ele quem faz isso. Parece um Jeckil e Hide. Esteve aqui em casa no meu aniversário e eu pensei que se tratasse de outra pessoa. Acho que ele tem que assumir de vez a dupla personalidade (dá o nome de John pra outra rubronegra, rssss) e avisa pra gente saber com quem está lidando
Pô, só vi hoje.
Cara, acho que o André Ramiro e o Fernando Meirelles disseram tudo. Apesar disso, ainda classifico como superficial e relativista essa crítica do NYT. Praticamente repetiram o que outras críticas infelizes registraram, e a resposta à elas foi o Urso de Ouro do Festival de Berlim.
Se o crítico lá achou o filme uma incoerente agressão aos significados brasileiros é porque ele não deve saber nada de Brasil além do que assiste numa CNN da vida. Pra falar a verdade, nem a CNN deve assistir porque até onde me lembro toda a vez que vi alguma coisa sobre o Brasil na CNN era desgraça (inundação, tiroteio ou coisa do gênero). Deve assistir mesmo os belíssimos documentários do National Geographic, aqueles em alta definição que só mostram praia, mulata, samba e futebol.
Hoje, passada toda a celeuma, me lembro de Tropa de Elite como um excelente filme de ação que desbaratou o esquema do falso moralismo dentro da classe média brasileira. E isso só sendo brasileiro mesmo e morando aqui pra entender.
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De uns tempos pra cá tenho me tornado mais crítico (e menos tolerante) em relação às opiniões estrangeiras sobre o Brasil. O Brasil é um país sobre o qual é muito fácil falar mal, em muito graças à qualidade que temos de levar as coisas numa boa. Mas depois de uma experiência no exterior comecei a entender um pouco porque estrangeiros ficam alucinados quando vêm aqui. E mais, compreendo que o dito Primeiro Mundo tem também seus problemas de primeira grandeza, e que não são tão diferentes assim dos nossos problemas socio-econômicos terceiro mundistas. Mas esse é assunto pra um outro tópico para o qual tenho que me munir de uma boa dose de paciência e ponderação antes de escrever.
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Sobre o Beauty and the Geek: acabou esse fim de semana e – fato inédito na história dos reality shows exibidos por aqui – ganhou o maluco pra quem eu estava torcendo. Legal pacas.
Em tempo: eu compreendo o Capitão Nascimento.
Pois é Gaburah, partilho da mesma opinião. Tenho um tio que mora na Bélgica há mais de 20 anos, é um cara esclarecido e bem culto (é até casado com 2 mulheres), e o quê ele me fala sobre o quê escuta lá é brincadeira. Outro dia ligou pra minha mãe pra saber se a gente ainda anda pelas ruas do Rio de Janeiro.
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Paulo eu vou passar… não entendi a crítica pela minha simples pergunta sobre o NYT. E só fui no seu aniversário de 73 anos para ver o meu xará, de quem sou fã.
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Sobre o programa Beauty and the Geek (e sua excelente idéia) o que mais me interessa é, alguém comeu alguém?
Bender, a proposta do programa não era essa e sim “realizar um experimento social para buscar o crescimento de ambos“.
Mas sim, alguém comeu alguém.
Hehehe. Teve nerd se dando bem.
Ontem (01/11) começou a terceira temporada, e acabei descobrindo que a foto que ilustra o post é da terceira e não da primeira como eu supunha. Quem quiser conferir as beldades então é só dar uma olhada na grade de horários do Multishow.
Detalhe: conseguiram arranjar uns caras ainda mais nerds do que os da temporada anterior.
Horário:
Sábado – 22h45
Domingo – 12h30
Quarta – 17h00
Quinta – 04h30
Quinta – 07h30
Quinta – 14h30
Muito bom.
Acabei de ver com Ana Paula.
Estou apreensivo porque ela não conseguiu achar ainda os três livros em minha estante que tem 8 livros.
Mas estou nervoso porque está chovendo e será difícil convencer alguém a passar protetor solar em minhas costas.
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Muito bom o cara imitando um liquidificador
HAUHEuaheuaheuaheuahEuae
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Esse horário de 12h30 do domingo salva.
Geralmente depois da F1 e antes da rodada do Brasileirão.
Domingo está completo agora, amigo.
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Ainda não defini para quem torcer.
Por enquanto o cara do liquidificador ou o maluco que faz o símbolo do PI.
Eu também me acabei de rir com o maluco do Pi. O do liquidificador então nem se fala… uHAUHuahuHAUHuahUAHUhauhUAHUhauhAUHuah
Meu nome é Victor Pimentel, mas meus amigos… me chamam de Pi.
Hhauhauahuahuahuaa
Caraca, Victor.
Os dois já rodaram.
Semana que vem vem uma das melhores partes: a transformação da nerdaiada.
Taí outro programa que ia merecer muito a minha atenção: Steven Seagal vai ganhar reality show.
Essa vai ser muito boa…