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	<title>Comments on: Pro S.I.F não se f&#8230;</title>
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	<description>Só eu mesmo me aturo 24hs por dia...</description>
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		<title>By: Francisco</title>
		<link>http://gaburah.com/2007/10/31/pro-sif-nao-se-f/comment-page-1/#comment-19422</link>
		<dc:creator>Francisco</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2010 15:09:06 +0000</pubDate>
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		<description>Meu caro, parabéns pelo artigo. Muito crítico e inteligente. Trabalho em uma empresa de alimentos e você serviu de fonte para uma matéria que escrevemos sobre a função do SIF dentro da empresa. Infelizmente a imprensa vende mais fazendo espetáculo do que mostrando a realidade. O mesmo ocorreu recentemente com a gripe H1N1: enquanto o povo se desesperava com o novo vírus, cuja letalidade é quase o mesmo da gripe comum, milhares de pessoas morriam de dengue, por falta de saneamento básico, por causa do cigarro ou em acidentes nessas estradas mal cuidadas e mal sinalizadas que temos por aqui.

Abraços e pode considerar que foram cinco os leitores desse artigo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro, parabéns pelo artigo. Muito crítico e inteligente. Trabalho em uma empresa de alimentos e você serviu de fonte para uma matéria que escrevemos sobre a função do SIF dentro da empresa. Infelizmente a imprensa vende mais fazendo espetáculo do que mostrando a realidade. O mesmo ocorreu recentemente com a gripe H1N1: enquanto o povo se desesperava com o novo vírus, cuja letalidade é quase o mesmo da gripe comum, milhares de pessoas morriam de dengue, por falta de saneamento básico, por causa do cigarro ou em acidentes nessas estradas mal cuidadas e mal sinalizadas que temos por aqui.</p>
<p>Abraços e pode considerar que foram cinco os leitores desse artigo&#8230;</p>
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		<title>By: ANFFA</title>
		<link>http://gaburah.com/2007/10/31/pro-sif-nao-se-f/comment-page-1/#comment-709</link>
		<dc:creator>ANFFA</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 23:30:28 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;img src=&quot;http://lh4.ggpht.com/gutogabura/SGbIgo3fPqI/AAAAAAAAAZo/t76hxDuYGso/s400/cartazffa%281%29.jpg&quot; /&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://lh4.ggpht.com/gutogabura/SGbIgo3fPqI/AAAAAAAAAZo/t76hxDuYGso/s400/cartazffa%281%29.jpg" /></p>
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		<title>By: ANFFA</title>
		<link>http://gaburah.com/2007/10/31/pro-sif-nao-se-f/comment-page-1/#comment-62</link>
		<dc:creator>ANFFA</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 10:03:31 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;COMUNICADO À POPULAÇÃO&lt;/b&gt;

A Associação Nacional dos Fiscais Agropecuários (ANFFA), tendo em vista a gravidade dos fatos que envolveram a adulteração de leite em alguns estabelecimentos do País, vem a público esclarecer:

 - É dever de todos os estabelecimentos (fazendas, cooperativas, fábricas, distribuidores, revendedores) manterem a rigorosa sanidade de seus produtos. Há leis, decretos e portarias que os obrigam a isso. Nessas mesmas leis estão previstas penas severas para quem as descumprir. 

- Na impossibilidade de haver inspeção diária de todos os estabelecimentos, são feitas fiscalizações periódicas, por amostragem, prática adotada em todos os países que prezam pela sanidade dos produtos de origem animal. Tais amostras são avaliadas em laboratórios especializados, que adotam padrões internacionais.

- A conformidade do leite e de outros produtos de origem animal é o que confere ao estabelecimento o direito de exibir que tal produto passou pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF), uma marca já consagrada nacional e internacionalmente presente em todos os produtos confiáveis, que assegura a confiabilidade dos produtos agropecuários brasileiros.

- O virtual desvio de comportamento de qualquer servidor público está sujeito a comissões de sindicância, processos administrativos e penais, pelos quais responde o faltante. Além disso, o elevado espírito ético dos Fiscais Federais Agropecuários os leva a rejeitar qualquer prática fraudulenta dos produtos que fiscaliza. É dever do Poder Público investigar e punir desvios. Seria leviano atribuir a uma categoria de servidores públicos a fraude de uma empresa. Por isso, conclamamos que as investigações apontem os responsáveis e lhes sejam aplicadas as penas cabíveis.

- Confiantes no elevado espírito público de nossas autoridades, continuamos a pleitear a ampliação do quadro de Fiscais Federais Agropecuários, assim como o estabelecimento das condições ideais de trabalho como a criação da Escola Superior de Fiscalização Federal Agropecuária e a transformação da atual categoria para uma carreira de auditoria-fiscal agropecuária.

- Esperamos que o episódio da fraude no leite sirva de alerta a todos para o papel estratégico exercido por uma Carreira de Estado como a dos Fiscais Federais Agropecuários e da necessidade de se dispor dos  recursos orçamentários para uma fiscalização cada vez mais eficiente.

&lt;b&gt;Associação Nacional dos Fiscais Agropecuários (ANFFA)&lt;/b&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>COMUNICADO À POPULAÇÃO</b></p>
<p>A Associação Nacional dos Fiscais Agropecuários (ANFFA), tendo em vista a gravidade dos fatos que envolveram a adulteração de leite em alguns estabelecimentos do País, vem a público esclarecer:</p>
<p> &#8211; É dever de todos os estabelecimentos (fazendas, cooperativas, fábricas, distribuidores, revendedores) manterem a rigorosa sanidade de seus produtos. Há leis, decretos e portarias que os obrigam a isso. Nessas mesmas leis estão previstas penas severas para quem as descumprir. </p>
<p>- Na impossibilidade de haver inspeção diária de todos os estabelecimentos, são feitas fiscalizações periódicas, por amostragem, prática adotada em todos os países que prezam pela sanidade dos produtos de origem animal. Tais amostras são avaliadas em laboratórios especializados, que adotam padrões internacionais.</p>
<p>- A conformidade do leite e de outros produtos de origem animal é o que confere ao estabelecimento o direito de exibir que tal produto passou pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF), uma marca já consagrada nacional e internacionalmente presente em todos os produtos confiáveis, que assegura a confiabilidade dos produtos agropecuários brasileiros.</p>
<p>- O virtual desvio de comportamento de qualquer servidor público está sujeito a comissões de sindicância, processos administrativos e penais, pelos quais responde o faltante. Além disso, o elevado espírito ético dos Fiscais Federais Agropecuários os leva a rejeitar qualquer prática fraudulenta dos produtos que fiscaliza. É dever do Poder Público investigar e punir desvios. Seria leviano atribuir a uma categoria de servidores públicos a fraude de uma empresa. Por isso, conclamamos que as investigações apontem os responsáveis e lhes sejam aplicadas as penas cabíveis.</p>
<p>- Confiantes no elevado espírito público de nossas autoridades, continuamos a pleitear a ampliação do quadro de Fiscais Federais Agropecuários, assim como o estabelecimento das condições ideais de trabalho como a criação da Escola Superior de Fiscalização Federal Agropecuária e a transformação da atual categoria para uma carreira de auditoria-fiscal agropecuária.</p>
<p>- Esperamos que o episódio da fraude no leite sirva de alerta a todos para o papel estratégico exercido por uma Carreira de Estado como a dos Fiscais Federais Agropecuários e da necessidade de se dispor dos  recursos orçamentários para uma fiscalização cada vez mais eficiente.</p>
<p><b>Associação Nacional dos Fiscais Agropecuários (ANFFA)</b></p>
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	<item>
		<title>By: Victor</title>
		<link>http://gaburah.com/2007/10/31/pro-sif-nao-se-f/comment-page-1/#comment-53</link>
		<dc:creator>Victor</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 19:47:39 +0000</pubDate>
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		<description>A mesma característica que é útil nos jornalistas, pode ser a perigosa.
A facilidade com que os mesmo tem de comunicar.
O jornalista bem preparado e bem intencionado, pode transmitir para seu público leigo talvez de forma mais concisa e &quot;entendível&quot; aspectos técnicos. Essa é uma das funções do jornalista.
Por outro lado, pela mesma característica, o jornalista mal intencionado, ou mesmo apenas despreparado, pode causar estragos mesmo.

Quando deslizou a encosta do Rebouças, fiquei de ouvido no noticiário, até porque chovia torrencialmente e precisava saber se tinha como eu chegar ao Centro do Rio (descobri pelo rádio que não). Fui ouvindo a CBN e fiquei feliz de como Sidnei Resende (não sei se escreve assim, adotei a grafia mais simplificada) procedeu com as informações do problema geotécnico do deslizamento da encosta.

Em pouco tempo, ele conseguiu colocar &quot;no ar&quot; o professor Mauricio Erlich da COPPE/UFRJ (que foi meu professor, inclusive). Sidnei Resende, como leigo, fazia indagações que são comuns ouvirmos, mas sempre ressaltava que era leigo no assunto, e que estava tentando repassar de forma a se fazer entender, o que o especialista no assunto dizia.

O jornalista ganhou bastante pontos comigo com essa abordagem.

Um jornalista pode ter opinião sobre assuntos que desconhece em sua essência. Ele pode recorrer à consultoria, pode estudar, mas deve deixar claro até que ponto vai sua autoridade no assunto. Recorrer a &lt;i&gt;achismos&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;lugar-comum&lt;/i&gt; é legal para um papo de botequim. Na divulgação de informações, ainda mais em jornais, que o povão tomará como verdade incontestável, não pode haver leviandade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A mesma característica que é útil nos jornalistas, pode ser a perigosa.<br />
A facilidade com que os mesmo tem de comunicar.<br />
O jornalista bem preparado e bem intencionado, pode transmitir para seu público leigo talvez de forma mais concisa e &#8220;entendível&#8221; aspectos técnicos. Essa é uma das funções do jornalista.<br />
Por outro lado, pela mesma característica, o jornalista mal intencionado, ou mesmo apenas despreparado, pode causar estragos mesmo.</p>
<p>Quando deslizou a encosta do Rebouças, fiquei de ouvido no noticiário, até porque chovia torrencialmente e precisava saber se tinha como eu chegar ao Centro do Rio (descobri pelo rádio que não). Fui ouvindo a CBN e fiquei feliz de como Sidnei Resende (não sei se escreve assim, adotei a grafia mais simplificada) procedeu com as informações do problema geotécnico do deslizamento da encosta.</p>
<p>Em pouco tempo, ele conseguiu colocar &#8220;no ar&#8221; o professor Mauricio Erlich da COPPE/UFRJ (que foi meu professor, inclusive). Sidnei Resende, como leigo, fazia indagações que são comuns ouvirmos, mas sempre ressaltava que era leigo no assunto, e que estava tentando repassar de forma a se fazer entender, o que o especialista no assunto dizia.</p>
<p>O jornalista ganhou bastante pontos comigo com essa abordagem.</p>
<p>Um jornalista pode ter opinião sobre assuntos que desconhece em sua essência. Ele pode recorrer à consultoria, pode estudar, mas deve deixar claro até que ponto vai sua autoridade no assunto. Recorrer a <i>achismos</i> e <i>lugar-comum</i> é legal para um papo de botequim. Na divulgação de informações, ainda mais em jornais, que o povão tomará como verdade incontestável, não pode haver leviandade.</p>
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	<item>
		<title>By: Gaburah</title>
		<link>http://gaburah.com/2007/10/31/pro-sif-nao-se-f/comment-page-1/#comment-50</link>
		<dc:creator>Gaburah</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 10:31:05 +0000</pubDate>
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		<description>Ontem (03/11), acordei mais cedo e acabei ligando a TV em um canal de sinal aberto. A entrevistadora recebia o presidente de um órgão tipo &quot;associação brasileira dos produtores de leite&quot; e um pesquisador da USP, especialista em qualidade do leite.
Pra começar, todos os dois foram unânimes em tentar eliminar uma dúvida logo de cara: a fraude (adição de soda cáustica e água oxigenada) tem caráter &lt;b&gt;econômico&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;nutricional&lt;/b&gt; (pela eliminação de alguns componentes do leite do tipo proteínas, gorduras, vitaminas, etc), e não &lt;b&gt;sanitário&lt;/b&gt;, oferecendo riscos à saúde de quem consome pois a quantidade de soda/água oxigenada utilizada foi pequena demais para tanto. E ambos foram uníssonos também em livrar a cara do Serviço de Inspeção Federal - não dos fiscais supostamente envolvidos, mas sim do serviço como um todo.
O que mais me impressionou, foi a maneira como a repórter distorcia tudo o que era exposto pelos entrevistados, tratando inclusive como &lt;b&gt;levianas&lt;/b&gt;(!) algumas declarações, no que era imediatamente rebatida pelos dois técnicos. Mas tudo o que os dois diziam se diluía (assim como o leite das DUAS cooperativas de MG) em meio ao tom sensacionalista com que a apresentadora conduzia o assunto. Infelizmente, pro &lt;b&gt;povão&lt;/b&gt; que assiste a esses canais, as colocações escandalosas da repórter com certeza têm muito mais impacto do que qualquer argumento técnico bem fundamentado. E é exatamente isso que estamos vivenciando nesse período.
O programa já abriu com a cobertura da &quot;nova descoberta de fraude em Goiás&quot;, o que logo de cara foi esclarecido pelos dois entrevistados: o órgão responsável pela &quot;descoberta&quot; está sendo amplamente contestado pelos demais órgãos fiscalizadores, devido às análises e parâmetros usados para analisar os produtos.
Ou seja, meus amigos: é o alarmismo que tomou conta até mesmo dos organismos de defesa do consumidor.
Em SC, uma grande rede de supermercados teve a infeliz idéia de exibir sobre suas prateleiras um cartaz em letras garrafais: LEITE URUGUAIO. Ainda não tenho parâmetros para dizer se o leite uruguaio tem mesmo uma qualidade superior ou inferior à do leite brasileiro, mas prometo que esta semana vou investigar e exponho as conclusões aqui. Mas o triste é ver que a onda tomou mesmo conta do país inteiro, mesmo o caso tendo sido em duas (e apenas duas) cooperativas de Minas Gerais e o leite em questão ser comercializado apenas em MG.
Não tenho escolha a não ser parafrasear o falecido Ibrahim Sued: &quot;O populacho tem muitas cabeças, mas nenhum cérebro&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem (03/11), acordei mais cedo e acabei ligando a TV em um canal de sinal aberto. A entrevistadora recebia o presidente de um órgão tipo &#8220;associação brasileira dos produtores de leite&#8221; e um pesquisador da USP, especialista em qualidade do leite.<br />
Pra começar, todos os dois foram unânimes em tentar eliminar uma dúvida logo de cara: a fraude (adição de soda cáustica e água oxigenada) tem caráter <b>econômico</b> e <b>nutricional</b> (pela eliminação de alguns componentes do leite do tipo proteínas, gorduras, vitaminas, etc), e não <b>sanitário</b>, oferecendo riscos à saúde de quem consome pois a quantidade de soda/água oxigenada utilizada foi pequena demais para tanto. E ambos foram uníssonos também em livrar a cara do Serviço de Inspeção Federal &#8211; não dos fiscais supostamente envolvidos, mas sim do serviço como um todo.<br />
O que mais me impressionou, foi a maneira como a repórter distorcia tudo o que era exposto pelos entrevistados, tratando inclusive como <b>levianas</b>(!) algumas declarações, no que era imediatamente rebatida pelos dois técnicos. Mas tudo o que os dois diziam se diluía (assim como o leite das DUAS cooperativas de MG) em meio ao tom sensacionalista com que a apresentadora conduzia o assunto. Infelizmente, pro <b>povão</b> que assiste a esses canais, as colocações escandalosas da repórter com certeza têm muito mais impacto do que qualquer argumento técnico bem fundamentado. E é exatamente isso que estamos vivenciando nesse período.<br />
O programa já abriu com a cobertura da &#8220;nova descoberta de fraude em Goiás&#8221;, o que logo de cara foi esclarecido pelos dois entrevistados: o órgão responsável pela &#8220;descoberta&#8221; está sendo amplamente contestado pelos demais órgãos fiscalizadores, devido às análises e parâmetros usados para analisar os produtos.<br />
Ou seja, meus amigos: é o alarmismo que tomou conta até mesmo dos organismos de defesa do consumidor.<br />
Em SC, uma grande rede de supermercados teve a infeliz idéia de exibir sobre suas prateleiras um cartaz em letras garrafais: LEITE URUGUAIO. Ainda não tenho parâmetros para dizer se o leite uruguaio tem mesmo uma qualidade superior ou inferior à do leite brasileiro, mas prometo que esta semana vou investigar e exponho as conclusões aqui. Mas o triste é ver que a onda tomou mesmo conta do país inteiro, mesmo o caso tendo sido em duas (e apenas duas) cooperativas de Minas Gerais e o leite em questão ser comercializado apenas em MG.<br />
Não tenho escolha a não ser parafrasear o falecido Ibrahim Sued: &#8220;O populacho tem muitas cabeças, mas nenhum cérebro&#8221;.</p>
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